Cacau Corazza: Ainda existe chance

Confira aqui no INfoesporte a coluna de Cacau Corazza

Por INfoesporte

02/03/2017 - 22h40

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AINDA EXISTE CHANCE

É pequena, é remota, mas ainda existe chance para o Figueirense classificar para a próxima fase da Primeira Liga. A opção do comandante Márcio Goiano de não poupar ninguém (até porque nem tinha quem poupar), e jogar para valer a partida da noite desta quinta-feira (02), foi muito boa. Até porque, o Furacão não almeja mais nada no primeiro turno do Catarinense, não está mais na Copa do Brasil e, o mais importante, precisa evoluir o futebol para, no mínimo, não fazer feio na Série B.

O jogo começou bem lento, mas o Alvinegro do Estreito conseguiu mudar o ritmo e ser superior em alguns momentos. O problema é que os atacantes não estão com os pés na forma, Bill, que veio como promessa, o artilheiro da Série B, até agora não marcou nem um gol se quer. Perde muitas oportunidades. É um ataque sem competência e que não consegue finalizar. Ainda faltam peças para que o elenco melhore.

A zaga Alvinegra melhorou, deu para ver uma leve evolução na equipe contra o Paraná, nada que ainda dê alívio e tranquilidade ao torcedor, mas comparado com a vergonha que estava no comando de Marquinhos Santos, digamos que está, aos poucos, subindo os degraus. Com o empate desta noite, o Figueira só vai saber se classifica ou não para a próxima fase no Clássico do dia 22 de março.

No fim de semana, o Figueirense entra em campo no domingo (05), contra o Metropolitano, fora de casa, pela última rodada do primeiro turno do Catarinense. Uma partida que não vale classificação ou qualquer outra coisa para o Furacão, mas o que importa, no momento, é ser mostrado um time com mudanças dentro de campo, que saiba finalizar, não seja recuado e que tenha vontade de bola.

SEM CAPITAL NA COPA DO BRASIL

O Avaí que ainda se mantinha de pé na Competição, foi desclassificado na noite desta quarta-feira (01) de cinzas. E sabe o pior? Foi merecido!

Uma equipe que cobra 13 escanteios, fora as faltas, as chances de gols perdidas, tudo isso foi resultado de uma incompetência dentro de campo. Não é possível que os atacantes não saibam que precisa ter alguém atento para pegar a sobra, como por exemplo, foi o gol do Leão, uma das milhares de chances que o time Catarinense teve. Foi um jogo estilo toma lá dá cá, sabe? O Avaí teve muitas oportunidades de se classificar e não soube aproveitar.

Aí quando o jogo foi para as cobranças de pênalti, o torcedor esperava ver atletas que tivessem força nos pés e segurança, mas o que se viu? O contrário, claro! Marquinhos Santos perdeu o segundo pênalti dele, bateu muito mal, nas mãos do goleiro e um chute fraco. Rômulo seguiu o mesmo exemplo e Leandro Silva mandou a bola no CT. Três cobranças vergonhosas. Obvio que é uma pressão decidir uma vaga nas penalidades, mas é a nova regra, então que seja treinado isso, que seja feito com eficiência e não da maneira que foi.

Voltando aos 90 minutos do jogo, Claudinei Oliveira demorou muito para fazer as substituições. Caio César não tem vez. Marquinhos Santos fez a mesma coisa nos escanteios e nas faltas. Ninguém vai tirar o mérito do Capitão ou questionar a história dentro do Clube Azurra, mas o meio campo tem estado muito lento com ele. Enfim, a eliminação veio, o foco se mantém no Catarinense, já que domingo (05) tem a última partida do turno, contra o Inter na Ressacada, e se o Leão quer manter uma vantagem, é bom que a vitória venha. 

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