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Internacional

Clube espanhol Osasuna está em maré de azar com seus jogadores

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osasuna vive dias de azar

O clube espanhol Osasuna não vem vivendo uma boa fase com relação aos seus jogadores. A última “vítima foi o jogador Rober Ibáñez que acabou se machucando neste último treino de terça-feira, quando realizava o seu treino.

Normalmente durante o intervalo dado aos clubes da Europa no inverno, os departamentos médicos ficam completamente vazios, onde o treinadores optam por deixar seus jogadores descansando e realizando treinos leves para que o desempenho ao retornar para as principais competições locais e internacionais sejam da melhor maneira possível.

Mas o Osasuna não vem vivendo um bom momento mesmo diante da atenção em campo e o trabalho para evitar ao máximo a perda de jogadores ao longo do campeonato, principalmente por conta de lesão.

Opinião: Sem Luiz Adriano, Henrique deve ser titular do Palmeiras.

Entre as últimas atuações do Osasuna uma nova “vítima” foi feita. Rober Ibáñez foi retirado de campo nesta terça-feira, com um forte desconforto muscular atrás da coxa direita.

Agora mesmo que não seja constatado nada, a participação de Ibánes por conta de seu desconforto muscular na coxa direita, fica barrada no confronto entre Osasuna e Granada.

Nesta última segunda-feira durante os treinos, David García e Lillo também está de fora da próxima partida. García se recupera de uma lesão no jogo contra o Levante. Já Lillo foi lesionado durante um treino anterior do Osasuna, onde acabou lesionando o olho direito.

Maré de azar

Além destes três jogadores, o clube já conta com as ausências de Unai García e Kike Barja que estão lesionados há algum tempo.

Estupiñán

Quem volta a jogar pelo clube espanhol é Pervis Estupiñán. Ele recentemente atuou por mais de uma hora durante um jogo de sua seleção, a Argentina. Ele volta a atuar pelo Osasuna e é um dos principais jogadores desta temporada, atuando em todos os jogos da Liga, só ficando de fora da última, por conta da convocação de sua seleção.

Internacional

Inter não terá lateral titular em jogo contra Flamengo na 15ª rodada

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inter vive crise de cartoes

O Internacional chega à 15ª rodada do Brasileirão Série A, ameaçado pelo São Paulo na zona de rebaixamento. Hoje o Colorado é o 14º na tabela, com 15 pontos, três a mais que o Tricolor, primeiro no Z4.

Mas além desta ameaça, o Inter vem vivendo problemas emocionais no elenco. Tanto que a equipe é a que mais sofreu expulsões no campeonato até o momento. Até agora, foram 41 cartões amarelos, ficando atrás apenas do Bahia (42), São Paulo (43) e Santos (46).

Já na categoria de cartões vermelhos, o clube é o número 1. Tomou nesta última rodada o seu 6º cartão vermelho.

E para encarar o Flamengo no próximo domingo, 08 de agosto, o clube gaúcho não terá a presença do lateral-esquerdo Moisés.

O atleta faz parte das estatísticas de expulsões do clube, onde no empate por 0 a 0 contra o Cuiabá na 14ª rodada, acabou tomando o primeiro cartão amarelo nos 42 minutos do segundo tempo. O motivo foi uma reclamação com o árbitro.

A expulsão ocorreu aos 45 minutos, quando fez uma falta mais grave no adversário Dourado.

Psicológico abalado

O treinador Diego Aguirre deixou claro que está preocupado com o psicológico da equipe. Isso se agrava ainda mais contra o Flamengo, pois o clube de Renato Gaúcho vem goleando seus adversários nas últimas rodadas e entrar em campo sem o lateral titular, pode complicar ainda mais a situação.

E para este desafio, haverá um plus a mais, será no Maracanã. O jogo está programado para às 18h15 (horário de Brasília).

Mas Aguirre já deixou claro que estará trabalhando nesta semana para que a equipe evite tomar cartões nas próximas rodadas, pois segundo ele, este desfalque está prejudicando os próximos passos no Brasileirão.

Mauricio fora

Contra o Flamengo, o Inter também aguarda o diagnóstico da equipe médica, sobre Mauricio. O meio campista está com um problema na coxa direita, lesão ocasionada ainda no primeiro tempo do jogo contra o Cuiabá.

Reforços

Thiago Galhardo, Yuri Alberto retornam ao elenco após cumprirem suspensão. Além destes, o clube gaúcho também poderá contar com a estreia de Gabriel Mercado, que deve ser regularizado nesta semana.

Foto: @SCInternacional.

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Futebol Internacional

O fantasma é reforçado: Inter não marca no tempo normal e vê Olimpia, nos pênaltis, repetir 89

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O Internacional parecia ter exorcizado de vez o “Fantasma do Olimpia”, referente à eliminação para o time paraguaio na Libertadores de 1989, nos pênaltis, jogando no Beira-Rio, quando, na atual edição da competição continental, goleou o adversário por 6 a 1 na fase de grupos. Porém, no reencontro dos dois na fase de mata-matas, o Olimpia voltou a assombrar o Colorado, em novo capítulo igual ao anterior.

“Quem não faz, leva”: a mais antiga das máximas do futebol apareceu na noite desta quinta-feira, na casa do Inter. O time Colorado finalizou 19 vezes contra a meta paraguaia durante o tempo normal, mas não foi capaz de tirar o zero do placar – até pênalti teve, desperdiçado por Edenílson (sua primeira cobrança errada pelo clube). Assim, o novo empate por 0 a 0 levou a decisão para as penalidades. Apenas Galhardo errou, o que decretou a eliminação colorada.

Crônica do jogo:

O Internacional teve maior volume desde o primeiro minuto de jogo. E sim, o maior volume foi transformado instantaneamente em chances de fazer o primeiro gol. Aproveitá-las é que era o desafio.

Thiago Galhardo parou em Aguilar aos 17’ e Taison acertou a trave aos 22’. O gol estava cada vez mais maduro.

E saiu, mas VAR flagrou impedimento. A pressão colorada continuava, mas ia acrescentando doses graduais de afobação. A urgência pelo gol era grande, justamente contra o adversário sobre quem a equipe tem o resultado mais elástico na temporada.

Thiago Galhardo, Yuri Alberto, Moisés… nenhum converteu as boas oportunidades de abrir o marcador, já na reta final da primeira etapa. Diego Aguirre teria de chamar a atenção no vestiário sobre a pontaria da equipe.

O segundo tempo veio e a pressão colorada continuou intensa. E, igualmente, o gol não saía. Os personagens eram os mesmos a tentar: Galhardo, Moisés, Yuri… não estava fácil balançar as redes paraguaias no Beira Rio.

Aí veio o que poderia ser a salvação: Salazar chutou Taison na área, pênalti para o Inter. Edenilson, batedor oficial, 14 cobranças invicto, um dos melhores cobradores do país foi para a bola, na promessa de encerrar a agonia. Mas quando a tarefa é difícil, assume condições realmente extremas: Aguilar pegou a cobrança. Edenilson perdeu o primeiro pênalti com a camisa colorada.

E se uma batida de pênalti já deixou a partida mais nervosa, o persistente 0 a 0 ia fazendo a decisão caminhar para, no mínimo, outras dez cobranças da marca da cal. Especialmente porque o Inter, desmoralizado, deixava o ritmo cair.

A disputa foi para os pênaltis e o roteiro era dramático para o Colorado. Era inevitável evocar o fantasma de 89, quando o Olimpia já eliminara o Inter, no mesmo Beira-Rio, numa disputa de pênaltis como esta…

Diferentemente da disputa anterior desta fase, entre Atlético e Boca, as oito primeiras cobranças foram implacáveis. Mas Galhardo, que já desperdiçara chances no tempo normal, bateu por cima e errou pelo lado do Inter. O Olimpia converteu a quinta cobrança e encerrou a disputa.

Escalações:

Internacional: Daniel; Heitor (Boschilia), Bruno Méndez, Cuesta e Moisés; Rodrigo Dourado, Edenílson, Patrick (Maurício) e Taison (Vinicius Mello); Thiago Galhardo e Yuri Alberto (Palacios). Técnico: Diego Aguirre.

Olimpia: Aguilar; Salazar, Salcedo, Alcaraz (Cáceres) e Iván Torres; Ojeda, Ortiz, Orsuza (Walter González) e Derlis González; Pitta e Recalde (Alejandro Silva). Técnico: Sergio Ortemán.

Um trauma e suas extensões…

Há quem diga que a história não se repete, mas é inegável que certos capítulos têm enorme similaridade. Ao remeter-se ao enorme trauma colorado de 1989, nos deparamos com algumas coincidências – a maior delas vem do banco de reservas do Inter.

Diego Aguirre, hoje treinador e exatamente último comandante a fazer uma grande campanha com o time gaúcho em Libertadores, estava presente na fatídica eliminação de 89, mas como jogador. O técnico, naquela ocasião, era Abel Braga, que conduziu o Inter à sua glória máxima, os títulos de Libertadores e Mundial em 2006, mas que encerrou a última passagem deixando outro trauma no Gigante: a perda do título Brasileiro na última temporada, também na casa colorada, igualmente em uma partida onde uma vitória simples bastaria, mas o zero não saiu do placar.

Definições:

O Olimpia será o adversário do Flamengo nas quartas-de-final, em duelos que acontecem nos dias 11 (Paraguai) e 18 de agosto (Brasil). Já o Inter voltará todas as atenções unicamente no Campeonato Brasileiro, em que ocupa a 13ª colocação.

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Internacional

Sem gols, Taison precisa superar defesa paraguaia nesta quinta-feira

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taison e esperanca de classificacao do internacional hoje

Nesta quinta-feira (22/07), Taison tem duas missões dentro de campo. Ajudar o Internacional na classificação às quartas de final da Copa Libertadores e marcar o seu primeiro gol nesta temporada.

Apesar de ser o capitão do elenco e camisa 10 do colorado, o atleta ainda não conseguiu marcar neste retorno para o clube gaúcho. Ele já ganhou o título da competição em 2010, jogando em onze das quatorze partidas daquele período.

Em 2021, Taison chegou ao seu quinto jogo na Libertadores, mas ainda sem balançar as redes. São 747 minutos se botar a bola para dentro do adversário.

Chance contra o Olimpia

Hoje, a partir das 21h30 (horário de Brasília) o Internacional enfrenta os paraguaios, no jogo de volta. Na ida, sem Taison em campo, o Inter conseguiu um empate sem gols. Agora o Olimpia tem a vantagem do gol fora de casa, onde qualquer empate com gols, é melhor para os paraguaios. Um novo zero a zero, vai para os pênaltis.

Na ida, Taison estava se recuperando de uma entorse no tornozelo. Já recuperado no fim de semana, o atleta buscou ritmo de jogo, na partida contra o Juventude. O Inter venceu por 1 a 0 e garantiu três pontos importantes na tabela.

Taison é quem organiza as jogadas e movimente o vestiário, incentivando os companheiros. Apesar da falta de gols, ele é o responsável por presentear os companheiros com bolas precisas no setor ofensivo. Ele pode ser o principal nome na classificação contra o Olímpia.

Mas o atleta está buscando suas realizações pessoais. Quer neste retorno ao clube gaúcho, realizar jogadas onde ele passe de coadjuvante para protagonista. O camisa 10 já atuou em 808 minutos, de um total de 11 partidas, nesta segunda passagem, mas não conseguiu marcar o seu primeiro gol.

Treinador elogia

Mas a falta de gols não preocupa Diego Aguirre. Para ele, só o fato de alguém experiente e que motive o restante do elenco é o suficiente. Porém além disso, o atleta é especial nas jogadas. Já deixou bem claro que a qualidade de Taison, faz com que as coisas sejam diferentes no Internacional.

Foto: @SCInternacional.

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