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Futebol Internacional

Com Messi inspirado e bom primeiro tempo, Argentina supera rival Uruguai

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Argentina e Uruguai fizeram o Clássico do Rio da Prata pela Copa América na noite desta sexta-feira, no Mané Garrincha, em Brasília. Disputada, partida digna da rivalidade entre os vizinhos do Brasil teve o supercraque Lionel Messi chamando a responsabilidade, e vitória dos argentinos, que jogaram bem, especialmente na primeira etapa.

Foi a estreia da Seleção Uruguaia no torneio continental, enquanto a Argentina em nada lembrou a atuação apagada da estreia, no empate com o Chile. Equipes dividem o Grupo B, liderado pelos Hermanos. O Uruguai, mesmo sem pontuar, fica à frente da Bolívia pelo saldo de gols, na 4ª posição.

Crônica do jogo:

A Argentina começou bem e, diante de um Uruguai organizado, buscou o ataque por todas as vias: pelos flancos, pelo meio, pelo chão e pelo alto. Assim, após obrigar o goleiro Muslera a algumas defesas, foi recompensada logo aos 12’. Após receber passe em escanteio curto, Messi cruzou na cabeça de Rodríguez, que abriu o placar.

Na frente, o time argentino não diminuiu o ritmo e continuou no campo de ataque. Atenta ao meio de campo, a Albiceleste praticamente não deixava os uruguaios jogarem. E, quando chegava ao ataque, finalizava bem – na primeira etapa, todos os tiros tiveram a direção do gol. Diferentemente do Uruguai que, nas poucas oportunidades que conseguiu criar, não ameaçou a meta defendida por Martínez.

O time comandado por Óscar Tabárez entendia que precisaria ter força na meia-cancha para quebrar a marcação argentina e, assim, alimentar os atacantes Cavani e Suárez, que pediam por oportunidades de gol.

Mas o time de Lionel Scaloni continuou bem armado para neutralizar a ação rival, controlar a partida e, quando atacava, outro Lionel chamava a responsabilidade. E, quando Messi está a fim de jogo, não é fácil segurar a Argentina.

O protagonismo argentino se dividia entre um Messi cheio de vontade e um sistema defensivo perfeitamente arrumado. O Uruguai carecia e muito de criação de jogo, mas Tabárez optou por não colocar em campo Arrascaeta, meia do Flamengo que vive grande fase no futebol brasileiro.

Em uma partida que não deixava mentir a história da grande rivalidade, um segundo tempo amarrado, de poucas oportunidades. Ainda assim, a habilidade do camisa 10 era desequilibradora, mesmo que fosse para atrair a marcação adversária e, ganhar faltas no campo ofensivo.

E, em uma partida recheada de grandes atletas, se sobressaiu a atuação daquele que é fora de série. Se Messi

Pós-jogo:

Nada como a motivação que se tem ao enfrentar um grande rival: a Seleção Argentina fez um primeiro tempo de enorme intensidade em todos os setores do campo. No ataque, em especial, mostrou repertório e eficiência, chegando a seu gol e, caso não esbarrasse em bela atuação do goleiro uruguaio Muslera, poderia ir para o intervalo com vantagem mais larga. Um dado empolga: eram jogados apenas 26 minutos quando o time de Scaloni acertou o 5º tiro em direção à meta adversária – o mesmo número de finalizações certas de toda a partida contra o Chile.

Na segunda etapa, o Uruguai adiantou as linhas e tentou pressionar pelo empate, mas parou no desempenho perfeito do setor defensivo rival. Ainda que fossem e muito deficitárias as investidas cisplatinas ao ataque, há de se dar o devido crédito ao meio-campo argentino, de partida muito consistente, e à linha de defesa, segura ao longo de todo o jogo.

E por mais que a Argentina não mantivesse o ímpeto ofensivo da etapa inicial, seu craque Lionel Messi fez toda a diferença na criação de jogadas e na quebra das linhas uruguaias. A atuação de La Pulga foi suficiente para não evidenciar o desempenho morno de outros atletas de ataque, como Lautaro Martínez.

Em suma, uma clara evolução do time argentino com relação à partida de estreia. A equipe vai encontrando seu método consciente de jogar futebol e ganhando real espírito coletivo, o que há muito tempo se aguarda. Ao Uruguai, que recém estreou, fica o aviso: há de se ter, nas partidas posteriores, maior incisividade para acionar seus homens de frente, os artilheiros Luis Suárez e Edinson Cavani.

Próximas partidas:

Após o compromisso desta sexta-feira, argentinos e uruguaios voltam a campo na próxima segunda-feira. Primeiro o Uruguai, às 18h00, contra o Chile, na Arena Pantanal, em Cuiabá. Posteriormente a Argentina, às 21h00, que encara o Paraguai, no mesmo Mané Garrincha.

Futebol Internacional

Estudiantes de La Plata completa 116 anos; relembre capítulos marcantes envolvendo brasileiros

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Quando se fala em gigantes do futebol argentino, naturalmente vem à cabeça a dupla Boca Juniors e River Plate. Para os próprios argentinos, esta definição se estende a um grupo de cinco equipes, o qual inclui também Independiente, Racing e San Lorenzo. Tal separação, no entanto, tira a atenção para um tetracampeão da Libertadores, campeão mundial e corriqueiro na vida das equipes brasileiras.

Falamos do aniversariante do dia, o Estudiantes, fundado em 4 de agosto de 1905. Muitos fãs de futebol consideram que a Argentina deveria se desfazer do chamado Grupo dos Cinco Grandes, tendo como uma das principais razões a exclusão do tradicionalíssimo León do “rol da fama nacional”.

Campeão da Libertadores em três temporadas consecutivas, 1968, 1969 e 1970, além de 2009, equipe da cidade de La Plata, na Grande Buenos Aires, foi campeã mundial na casa do Manchester United em 68 e faturou ainda seis títulos argentinos, somadas todas as eras do campeonato nacional.

Ademais, pertence ao imaginário brasileiro pela sua presença, especialmente recente, em confrontos contra equipes do Brasil pelas competições continentais. Três finais, capítulos inusitados… vamos lembrar de alguns destes encontros entre Pincha e Brasil:

1 – Melhor de três para a taça: Palmeiras (1968)

Após a disputa de diversos amistosos, em excursões ao Brasil ao longo das últimas três décadas, o Estudiantes enfrentou uma equipe brasileira de forma oficial pela primeira vez em 1968. E foi logo na final da Libertadores, justamente em sua estreia na competição continental. O adversário era o Palmeiras, dos tempos da Academia do Futebol.

A primeira partida foi disputada no Ciudad de La Plata, na Argentina, e terminou com vitória do Estudiantes por 2 a 1. Na semana seguinte, no Pacaembu, o Palmeiras venceu por 3 a 1. Em tempos mais novos, o placar agregado das duas partidas daria a taça ao Verdão, mas, na época, a decisão vinha na terceira partida, disputada em campo neutro, no Centenario de Montevidéu. 2 a 0 para os argentinos e título garantido.

2 – A Batalha de La Plata: Grêmio (1983)

Pela semifinal da Libertadores 1983, Estudiantes e Grêmio dividiam com o América de Cali o Triangular 1 para definir um dos finalistas. E, numa decisiva partida entre argentinos e brasileiros, o Tricolor Gaúcho precisava da vitória para confirmar a vaga.

Mas um clima hostil permeava o Jorge Luis Bianchi, casa do León. Inflamados pela Guerra das Malvinas e um suposto apoio brasileiro aos ingleses – jamais confirmado: o que se revela hoje em dia é justamente o oposto –, torcedores argentinos trataram a partida como uma batalha, e assim transformaram-na.

As agressões eram tantas que o time da casa terminou a primeira etapa com dois jogadores a menos. Em campo, ainda conseguiu abrir o placar, com Gurrieri, mas o Grêmio igualou, com Osvaldo. Na segunda etapa, uma agressão covarde fraturou a tíbia do atacante Caio e Cesar veio para seu lugar. E justamente o atacante gremista aproveitou bela jogada de Renato Gaúcho e virou o jogo. Posteriormente, o próprio Renato marcou o 3 a 1, que praticamente decidia a partida.

O tempo passava e o time argentino não parava de agredir. Mais dois expulsos. 11 gremistas contra sete do Estudiantes, vantagem boa no placar. A classificação parecia garantida pelo Grêmio. Mas como no “parecer” ainda há espaço para o improvável, o surreal aconteceu: Gurrieri marcou novamente, diminuindo o placar e Russo, aos 44 da etapa final, empatou para o Estudiantes.

Festa imensurável em La Plata, mas que se encerrou naquela noite. O time argentino ficou no empate com o América de Cali e permitiu ao Grêmio se classificar para vencer sua primeira Libertadores. Anos mais tarde, o Imortal se inspirou no contexto dos “11 contra 7” para protagonizar a sua própria batalha, a chamada Batalha dos Aflitos, de 2005.

3 – Jogador-árbitro: Botafogo (2008)

Um fato inusitado tomou conta do confronto entre Estudiantes e Botafogo, pelas quartas-de-final da Copa Sul-Americana 2008. O time argentino venceu a partida de ida por 2 a 0, em La Plata, o que colocava toda a pressão para o time brasileiro na volta, disputada no Nilton Santos.

A tensão aumentava, o Botafogo via o tempo correr e não conseguia o placar necessário para reverter a desvantagem, até vir um momento jamais visto na história do futebol sul-americano, quiçá mundial: inconformado com o segundo cartão amarelo, o zagueiro André Luís, do Fogão, tirou o cartão da mão do árbitro chileno Carlos Chandía e o apontou para o próprio juiz.

Obviamente, o árbitro manteve a decisão de expulsar o zagueiro. A partida acabou 2 a 2, e o time argentino seguiu adiante, para a história seguinte:

4 – A decisão da Sul-Americana: Internacional (2008)

Depois do Botafogo, o time argentino bateu o compatriota Argentinos Juniors para chegar à decisão da Copa Sul-Americana de 2008, onde encarou o Internacional, que, por sua vez, também fazia bonito: deixava pelo caminho Universidad Católica, Boca Juniors e Chivas Guadalajara.

Duas temporadas após vencer sua primeira Libertadores, o Colorado buscava manter o grande momento e adicionar outra taça continental à sua galeria. Mas seria mais difícil do que se imaginava: após vencer a primeira partida em La Plata, com gol de Alex, o Colorado precisaria somente do empate no Beira Rio, mas viu Alayes marcar na segunda etapa e igualar o agregado.

A partida foi para a prorrogação, o Inter foi para cima e venceu de forma heroica. Após bate-rebate em cobrança de escanteio, Nilmar estufou as redes de Andújar e pôs o time brasileiro à frente no placar agregado, comemorando o título. Mas aquela equipe do Estudiantes ainda daria o que falar…

5 – A ducha gelada no Mineirão: Cruzeiro (2009)

Vice-campeão da Sul-Americana, o Estudiantes manteve a base forte para a disputa da Libertadores 2009. Comandado pela classe de Juan Sebastián Verón, a equipe de La Plata encontrou o Cruzeiro primeiramente na fase de grupos, no que já se produziram dois grandes embates: 4 a 0 para o Pincha no Ciudad de La Plata e 3 a 0 para a Raposa no Mineirão.

As duas equipes passaram de fase, foram avançando etapa por etapa, até que se encontraram novamente na final. O Cruzeiro estava disposto a vingar o Palmeiras de 1968 e vencer a Libertadores sobre o forte time argentino, que buscava, 39 anos depois, voltar a levantar uma taça continental.

Os palcos da decisão eram os mesmos que receberam as partidas da primeira fase. E o 0 a 0 em La Plata foi favorável ao Cruzeiro, não apenas por depender de uma vitória simples em casa, mas por segurar o adversário a quem fora goleado no mesmo estádio.

Mas havia a tarefa de vencer no Mineirão. O jogo era frio, até que a equipe comandada por Adílson Batista abriu o placar no início da segunda etapa, com Henrique, e incendiou o Gigante da Pampulha. Mas nem deu tempo para comemorar e o empate saíra, com Fernández.

Com frieza impressionante, o time argentino não sentiu o Mineirão lotado e partiu para cima, buscando a virada. Até que, faltando 20 minutos de jogo, Verón cobrou escanteio e Boselli, aquele que passou pelo Corinthians, testou firme para virar o jogo para a equipe de Alejandro Sabella, que esteve na Batalha de La Plata de 1983 como jogador e vencia a Libertadores como treinador.

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Futebol Internacional

Bruno Guimarães exerce liderança na Seleção Brasileira em Tóquio

Três jogos na fase de grupos, Dois no mata-mata. Bruno Guimarães define decisão da Olímpiada de Tóquio 2020 como “um sonho realizado”

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Aos 23 anos e com passagem pela seleção principal, volante Bruno Guimarães foi capitão no Pré-Olímpico e titular em todo os jogos no Japão

Destaque do time campeão da Copa Sul-americana de 2018 e da Copa do Brasil de 2019 pelo Athletico-PR, Bruno Guimarães também conquistou a admiração dos torcedores do Lyon, clube que joga desde o dia 30 de janeiro, quando foi anunciado oficialmente por R$ 93 milhões. Do mesmo modo, o volante brasileiro está brilhando na campanha da seleção olímpica nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

Com cinco jogos de titular, o camisa 8 é um dos pedestais de liderança no elenco comandado pelo técnico André Jardine. Aos 23 anos de idade, Bruno recebeu a faixa de capitão no torneio Pré-Olímpico de futebol masculino. Considerado como jogador experiente ao lado de ” Daniel Alves, Richarlison, Douglas Luiz e Diego Carlos”, ele admite que a equipe está preparada para enfrentar a Espanha na final.

“Vejo uma boa arrancada nossa, começamos muito bem, com a vitória sobre a Alemanha. No segundo jogo tivemos um expulso, foi um jogo mais atípico. Contra a Arábia, sentimos no primeiro tempo, depois a comissão ajudou muito. Vejo como um bom campeonato. Oscilamos entre bons e maus momentos, mas nossos bons momentos foram realmente extraordinários. Fizemos grandes coisas ainda temos a melhorar, mas nos sentimos prontos para a final. Todo o grupo está confiante e feliz de estar aqui. Vejo um desempenho positivo e, para coroar com a cereja do bolo, vamos buscar o título olímpico”, disse o volante.

Dia D de decisão

A final das Olimpíadas para o time de futebol olímpico acontece neste sábado (4), às 8h30 (horário de Brasília), no Estádio de Yokohama. Na ocasião, o Brasil pode selar sua segnuda conquista de medalha de ouro no desporto dentro dos Jogos Olímpicos. A primeira conquista aconteceu na Rio 2016, após um empate por 1 a 1 com a Alemanha no tempo normal, e vitória por 5 a 4 na disputa por pênaltis.

“Será um jogo difícil, jogo bom para os amantes do futebol”, declara Bruno Guimarães

Prestes a decidir mais uma medalha para o time Brasil na competição, o elenco do futebol masculino conta, primordialmente, com atletas jovens e experientes, a exemplo do lateral-direito Daniel Alves, do São Paulo, e do atacante Richarlison, gabaritado pelo técnico Tite, da seleção principal.

Questionado em entrevista coletiva sobre os elencos do Brasil e da Espanha, Bruno Guimarães exaltou os grupos das duas seleções.

“Em nível, acho que a Espanha trouxe jogadores mais experientes, rodados, com passagem na Euro, é uma grande equipe. A partir de amanhã vamos estudá-los, ver pontos forte e o que podemos explorar. Será um jogo difícil, jogo bom para os amantes do futebol, legal de assistir. Nossa equipe também é rodada, tem eu, Richarlison, Douglas Luiz, Daniel Alves, Diego Carlos, todos temos experiência em futebol europeu, é importante frisar isso. É um jogo esperado pela gente e por eles também. Vai ser legal para quem vai ver e para quem vai jogar, vai ser um sonho realizado”, analisou.

Conforme mencionado pelo volante, a seleção espanhola possui seis jogadores que estiveram na Eurocopa 2020. Em suma, trata-se do goleiro Unai Simón, dos os zagueiros Pau Torres e Eric García, do meio-campista Pedri e dos atacantes Mikel Oyarzabal e Dani Olmo.

Palco do pentacampeonato mundial de 2002

A princípio, a disputa pelo ouro acontecerá no Estádio de Yokohama. O palco da grande decisão é familiar para os brasileiros, afinal, nesse gramado especial os jogadores do Brasil celebraram o pentacampeonato mundial, em 2022. Além disso, a seleção olímpica venceu a Alemanha, por 4 a 2, na estreia das Olimpíadas de Tóquio 2020.

“Representa bastante para a gente. Nossa estreia foi lá, tivemos grande início de Olimpíadas, fizemos 4 a 2 na Alemanha, jogamos bem, temos boa energia desse estádio. Da Copa eu lembro muito pouco, mas só de saber dos ídolos, como Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho que foram campeões aqui, tem força a mais. Esperamos trazer mais um titulo para o Brasil”, comentou Bruno Guimarães, que, sobretudo, tinha apenas quatro anos na conquista do quinto título mundial.

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Futebol Europeu

Manchester City espera Kane, mas também busca Grealish

Com Harry Kane no retrovisor, Manchester City busca acertar todos os detalhes da negociação com o Aston Villa sobre a contratação de Grealish

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Na tentativa de reforçar o elenco da última temporada, o Manchester City tenta anunciar o meia Grealish, do Aston Villa, nesta semana

Insatisfeito com as atuais opções de meio-campistas do elenco do Manchester City, o técnico Pep Guardiola pode estar perto de ganhar um novo reforço par o setor. Trata-se do meia Jack Grealish, do Aston Villa.

De acordo com o portal “The Athletic” e o jornalista Fabrizio Romano, espcialista em transferência, o acordo deve ser sacramentado no valor em torno de 100 milhões de libras (cerca de R$ 273 milhões).

Com a carreira toda construída nos Villans, Grealish tem 25 anos. Ele assinará um contrato de cinco anos. A projeção é de que o reforço seja anunciado ainda nesta semana.

Atualmente, apenas Bernardo Silva e Kevin De Bruyne atuam como meia de criação, já que Oleksandr Zinchenko tem sido opção, praticamente, na lateral-esquerda. Por outro lado, o setor de ataque também carece de contratações pontuais.

O reforço pode ser o atacante Harry Kane, do Tottenham, e companheiro de Grealish na seleção inglesa que disputou a Eurocopa 2020 e conquistou o vice-campeonato da competição europeia.

Alvo do Manchester City: Grealish é o principal jogador do Aston Villa

Há oito temporadas no time principal do Aston Villa, Jack Grealish se reapresentou na última segunda-feira (3) aos treinamentos do Aston Villa.

Por outro lado, o meia ainda é uma incógnita no planejamento dos Lions para a disputa da Premier League 2021/22. O objetivo do jogador é dar um passo maior na carreira.

Até então, durante sua estadia no time de Birmingham, na Inglaterra, Grealish disputou 213 jogos na equipe profissional, onde marcou 32 gols.

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