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Cumprindo tabela desta vez, Coritiba e Palmeiras realizaram grandes decisões nos últimos anos

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Coritiba e Palmeiras encararão, nesta quarta-feira, o jogo atrasado da 35ª rodada do Campeonato Brasileiro como um mero cumprimento de tabela. Já rebaixado, o Coxa pensa apenas na temporada de 2021. Campeão da Libertadores, o Palmeiras já está garantido na próxima edição, e projeta, ainda, a decisão da Copa do Brasil, contra o Grêmio.

Mesmo que desta vez possa não ter grande valia e reservar grandes emoções, o duelo entre os dois alviverdes reuniu, ao longo da última década, confrontos decisivos, importantes e recheados de emoção.

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2011: Quartas da Copa do Brasil

Em 5 de maio de 2011, Coritiba e Palmeiras fizeram a primeira partida das quartas de final da Copa do Brasil. O Verdão Paulista, apesar de avançar etapas na competição, não vinha em bom momento. O Coxa estava embalado e emplacando vitórias em sequência.

O Coritiba estava naqueles dias em que tudo – absolutamente tudo – dá certo. E o Palmeiras, exatamente o contrário, até dominar a bola estava difícil. O resultado, uma goleada histórica por 6×0 aplicada pelo lado paranaense, que perdeu a volta, no Pacaembu, por apenas 2×0. Assim, continuou na caminhada rumo ao título inédito, que parou nas finais para o Vasco.

2012: A revanche impiedosa

Quis o destino coloca-los novamente frente a frente, sob comando dos mesmos treinadores, na mesma competição. A diferença se deu na fase da Copa. Em 2012, Coxa e Palmeiras surpreenderam o País e fizeram a grande final do segundo principal torneio de clubes do Brasil.

O Coritiba queria a taça após bater na trave no ano anterior, enquanto o Palmeiras encarava o adversário com espírito revanchista. E, após a “trucada” de Marcelo Oliveira em 2011, foi a vez de Felipão triunfar. Com vitória por 2×0 na Arena Barueri, em São Paulo, em 5 de julho de 2012, o Verdão Paulista poderia perder até por um gol de diferença em Curitiba, na semana seguinte.

O Alviverde Imponente conseguiu, no entanto, segurar o empate por 1×1, levantando a taça no Couto Pereira.

2012: quem ri por último…

Mesmo chegando à final da Copa do Brasil mostrando bom futebol, Palmeiras e Coritiba agonizaram no Brasileirão de 2012. Com campanhas muito aquém do esperado, equipes brigaram contra a degola. O Coxa flertava com a zona de rebaixamento, especialmente no segundo turno, enquanto o Palestra, desde o início submerso, não conseguia deixá-la.  

E um dos jogos capitais nesta briga teria que ser entre os dois. O encontro, válido pela 29ª rodada do campeonato, foi disputado em 11 de outubro de 2012, na Fonte Luminosa, em Araraquara-SP, com mando palmeirense. Àquela altura, a equipe paulista já estava desesperada na luta contra a degola.

Em ascensão e disposto a dar aquele “empurrãozinho” no rival, o Coxa impôs um castigo cruel tal qual lhe fora imposto no primeiro semestre. O gol de pênalti de Deivid, aos 43 do segundo tempo, levou o Coxa a respirar no 14º lugar e afundou o Palmeiras no Z-4. O time paulista acabou rebaixado.

2014: nova luta contra a degola

Novamente, os “novos rivais” se encontraram numa situação difícil. Altamente ameaçados de rebaixamento, se enfrentaram na 36ª rodada, no Couto Pereira, em um jogo que tinha caráter de “quem ganhar se salva, quem perder cai”.

E, naquele 23 de novembro, quem respirou foi o Coxa. Com gols de Zé Love e Joel, o ‘Gigante de Concreto’ foi ao delírio. A equipe paranaense se salvou da degola – mas precisou se garantir na penúltima rodada, vencendo o Atlético-MG no Independência.

O Palmeiras perdeu, mas não caiu: o empate com o Athletico-PR no Allianz Parque lhe garantiu a permanência… com uma mãozinha do Coxa! que, após sair perdendo para o Bahia por 0x2, virou para 3×2 e derrubou o Esquadrão no lugar do time paulista. Partida esta que marcou a despedida do meia Alex, ídolo de Coxa e Palmeiras.

Outros duelos…

Em 2015, o Coritiba, desesperado contra o rebaixamento, bateu o Palmeiras em pleno Allianz Parque por 0x2, em partida válida pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro. A vitória foi essencial para o Coxa garantir a permanência por mais um ano na elite. O Palmeiras, que escalou um time reserva, mantinha o foco na final da Copa do Brasil, contra o Santos, da qual saiu campeão.

Em 2016, novamente no Allianz Parque, pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras venceu o Coritiba por 2×1 e ficou mais próximo de conquistar o título da edição, saindo da fila de 22 anos.

Em 2020…

Futuro campeão da Libertadores, o Palmeiras via a temporada tomar um rumo bem diferente. O comando de Vanderlei Luxemburgo era altamente questionado e os resultados eram decepcionantes. Então, a situação se amplificou após a dura derrota para o Coritiba, em pleno Allianz Parque, por 1×3. A situação ficou insustentável, e Luxa deixou o comando palmeirense.

O Coxa, desde o início envolvido na luta contra o rebaixamento, respirou após a grande vitória – tal qual Jorginho, que ganhou fôlego com o resultado, mas acabou não resistindo às derrotas para Santos e Ceará, na sequência.

  • Jogo: Coritiba x Palmeiras (Campeonato Brasileiro 2020 – jogo atrasado da 35ª rodada)
  • Data e hora: quarta-feira, 17/02/2021 – 19h30 (Brasília)
  • Local: Couto Pereira, Curitiba-PR
  • Transmissão: TNT Sports, Premiere

Fluminense

Fluminense sela segunda classificação em quatro dias e volta às quartas da Libertadores

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No confronto das oitavas-de-final da Copa Libertadores que teve sua definição atrasada, devido ao falecimento do filho do treinador Francisco Arce, o Fluminense voltou a vencer o Cerro Porteño e confirmou a última das oito vagas às quartas-de-final. Jogando no Maracanã, na noite desta terça-feira, o time brasileiro bateu os paraguaios pelo placar mínimo e somou 3 a 0 no agregado.

Fred, de pênalti, marcou o único gol da partida. Fluminense voltou a comemorar classificação, após ter deixado o Criciúma pelo caminho, neste sábado, pela Copa do Brasil. Ademais, repetiu a campanha da última participação na Libertadores, em 2013, quando também alcançou as quartas. Tricolor encara agora o Barcelona de Guayaquil.

Crônica do jogo:

Abraçado com o placar agregado, o Fluminense controlava a partida de maneira confortável no Maracanã. Se no sábado a equipe de Roger Machado teve de partir para cima para construir a remontada, na terça era permitido atacar com tranquilidade. A única tarefa era evitar os sustos produzidos pelo tímido ataque do Cerro Porteño.

E, na boa, o Tricolor construía boas jogadas, até que em uma, que veio do lado esquerdo, o zagueiro paraguaio tirou a bola de Fred com o braço. Dentro da área é pênalti, e o próprio artilheiro foi, com sua incessante frieza, tocar a bola no canto oposto do que pulou o goleiro brasileiro Jean, aquele ex- Atlético-GO, São Paulo e Bahia.

Depois do gol é que o time paraguaio acordou, começando a incomodar de verdade o setor defensivo do time brasileiro com bolas alçadas na área e tentativas de triangulação rápida. O Flu parecia tranquilo até demais.

E, na segunda etapa, o Cerro se soltou mesmo. Em menos de seis minutos, já teve duas boas chances de marcar, as duas com Carrizo, após boas jogadas do outro brasileiro do Ciclón, Mateus Gonçalves, que era o melhor do lado dos visitantes.

Na sequência, o VAR foi consultado para decidir se o zagueiro Patiño deveria receber vermelho após parar Fred em contra-ataque, mas a opção foi apenas pelo amarelo. O Flu, então, tomou outra postura e foi para liquidar o Cerro com 11 mesmo: primeiro Gabriel Teixeira e depois Luiz Henrique tiveram ótimas chances de ampliar, sendo que o segundo exigiu boa defesa de Jean.

O Cerro agredia ao longo da segunda etapa, até fez por merecer o empate, mas sempre parava na própria ineficiência. Boselli, ex-Corinthians, furou de dentro da pequena área. Mateus Gonçalves, de novo, fez boa jogada, mas Adrian Martínez praticamente recuou para Marcos Felipe.

E, quando o Flu parou de deixar espaços, segurou na tranquilidade a partida até o apito final.

Escalações:

Fluminense: Marcos Felipe; Samuel Xavier, Manoel, Luccas Claro e Egídio; Martinelli, Yago Felipe e Nenê; Luiz Henrique, Gabriel Teixeira e Fred. Técnico: Roger Machado.

Cerro Porteño: Jean; Espínola, Alexis Duarte, Patiño e Adorno; Villasanti, Carrascal, Aquino, Carrizo e Mateus Gonçalves; Boselli. Técnico: Francisco Arce.

Recorde conquistado…

Em tempos de Jogos Olímpicos e de recordes sendo batidos, o Brasil conseguiu assinalar uma marca externa, a nível continental. Com a confirmação da classificação do Fluminense, o país terá cinco representantes entre os oito melhores da Copa Libertadores, desempenho recordista nesta fase da competição.

Caso duas equipes entre Fluminense, Flamengo e Atlético superem Barcelona-EQU, Olimpia e/ou River Plate, remanescentes estrangeiros, teremos outro feito inédito: a semifinal com três equipes brasileiras. Se todos os brasileiros passarem, aí será a primeira entre equipes do mesmo país.

Definições:

Mas para isso, o Flu terá de superar mais uma etapa e passar pelo difícil Barcelona de Guayaquil, que tem vítimas brasileiras em sua história recente em mata-matas e, nesta edição, já deixou o Santos para trás na fase de grupos.

Os duelos serão nos próximos dia 12, no Maracanã, e 19, no Monumental de Barcelona, onde o Flu já jogou na presente edição, contra o Junior Barranquilla, que recebeu a partida no Equador devido aos conflitos civis na Colômbia.

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Brasileiro Série B

Ruim para os dois: Brusque e Coritiba ficam no zero e perdem oportunidades na Série B

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Na única partida atrasada da Série B, os três pontos dariam a liderança ao Coritiba e colocariam o Brusque no G-4, na terceira colocação, à frente de Goiás e Avaí pelo número de vitórias. Ou seja, a vitória era necessária para as ambições de ambas equipes. Apenas um dos lados poderia sair sorrindo do Augusto Bauer, em Brusque, na noite desta terça-feira. Mas havia a possibilidade do empate, que acabaria prejudicando os dois lados.

E foi justamente o que aconteceu. Em um jogo morno no Vale do Itajaí, equipes ficaram no empate por 0 a 0 e perderam as oportunidades de alcançarem os objetivos pontuais. O Brusque ainda reclamou de um gol legal, marcado já no final da partida, e que teria sido incorretamente anulado, levantando polêmicas.

Crônica do jogo:

Dupla necessidade de vencer só poderia trazer uma partida estritamente equilibrada. Foi o que aconteceu nos primeiros momentos entre Quadricolor e Alviverde, com igualdade na posse de bola, chances criadas e volume de jogo.

Com o passar da primeira etapa, o ritmo ia caindo, o que preocupava os treinadores e incomodava os torcedores, pois todos aguardavam a postura de quem quer dormir com a vitória. Mas, para tal, nenhuma das equipes despendeu esforços suficientes na etapa inicial. O jogo estava excessivamente estudado, mas sem partir para o próximo passo.

Se Edu e Léo Gamalho, artilheiro e vice-artilheiro (ao lado de Jean Carlos, Chay e Régis) da Série B, não saíssem da área para buscar jogo, passariam fome em Brusque. A bola simplesmente não vinha para dentro da caixa, para que os artilheiros pudessem decidir.

A segunda etapa, em contrapartida, já estava mais aberta. As coisas esquentaram quando, logo aos 4 minutos, o Coxa pediu pênalti em cima de Léo Gamalho. E aos 12’, foi a vez de Edu aparecer: recebeu na medida dentro da área, ajeitou para a canhota, que não é a boa, e Wilson, caído, salvou com o pé direito, que é o bom, o que seria a abertura do marcador.

Na sequência, aos 20’, Edu tentou golaço de bicicleta e o chute acabou virando um passe para Garcez quase marcar, frente a frente com Wilson.

O lance foi a deixa para Morínigo decidir que deixaria o Coritiba mais agressivo. Robinho deu lugar a Rafinha e Waguininho saiu para o recém chegado Edson Carioca, ex-Azuriz-PR, estrear. E foi justamente dele, Edson, a primeira oportunidade do Coxa depois disto, um arremate tranquilo para Zé Carlos defender.

Na segunda bateria de alterações da equipe paranaense, o artilheiro Léo Gamalho saiu por Dalberto e Igor Paixão deu lugar a outro estreante, o jovem Guilherme Azevedo, vindo do Grêmio por empréstimo.

Mas a partida continuava amarrada, sendo que as melhores chances continuavam vindo pelo lado catarinense. O relógio andava e, já aos 44’, Alex Ruan, que acabara de entrar no lugar de Garcez, marcou para o Brusque. O auxiliar levantou a bandeira, assinalando impedimento, em um lance discutível – vale lembrar que a Série B só contará com o VAR a partir do segundo turno.

Escalações:

Brusque: Zé Carlos; Zé Mateus, Ianson, Éverton Alemão e Airton; Fillipe Soutto, Rodolfo Potiguar (Vivico), Garcez (Alex Ruan) e Diego Mathias (Bruno Alves); Edu e Thiago Alagoano. Téc: Jérson Testoni.

Coritiba: Wilson; Igor, Henrique, Luciano Castán e Guilherme Biro; Willian Farias, Matheus Sales e Robinho (Rafinha); Waguininho (Edson Carioca), Igor Paixão (Guilherme Azevedo) e Léo Gamalho (Dalberto); Técnico: Gustavo Morínigo.

Definições:

Nem o Coxa conseguiu a liderança, que permanece com o Náutico, nem o Brusque conseguiu entrar no G-4, embora a diferença tenha encurtado para apenas dois pontos.

Com a realização do duelo atrasado, todas as equipes ficam em paridade de partidas disputadas, 15. Assim, a nova oportunidade para o atingimento dos objetivos de Quadricolor e Verdão terá de vir na 16ª rodada, que se iniciará nesta sexta-feira.

Na própria sexta, o Coritiba encara o Goiás, no Couto Pereira, em outro confronto direto dentro do G-4. No sábado pela manhã, o Brusque recebe o Cruzeiro, que está na parte baixa da tabela, no mesmo Augusto Bauer.

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Copa do Brasil

São Paulo visita Vasco almejando confirmar vaga nas quartas da Copa BR

O São Paulo tenta manter jejum do Vasco sem vitórias na quinta partida entre as equipes pelo torneio

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Em três oportunidades, o São Paulo eliminou o Vasco nas quartas de final do torneio. Em sete encontros na competição, foram três triunfos

Sete encontros, duas vitórias para o Vasco e três triunfos para o São Paulo. Esse panorama corresponde aos duelos envolvendo o Gigante da Colina x Tricolor Paulista na história da Copa do Brasil. A eliminação parcial do Almirante aconteceu na última quarta-feira (28), quando o Soberano aplicou sonoros 2 a 0, no Estádio Cícero Pompeu de Toledo (Morumbi), em São Paulo (SP).

O triunfo do São Paulo correspondeu ao terceiro resultado positivo frente ao Vasco. Desses confrontos, todos aconteceram pelas quartas de final do torneio. Da mesma maneira, o sétimo abriu margem para a quarta classificação do Tricolor Paulista, agora, para as quartas de final da edição atual.

Com um pé na vaga para a antepenúltima fase da competição, o time paulista terá desfalques importantes para o duelo. O zagueiro Arboleda, os atacantes Marquinhos, Luciano e Eder, e o volante Luan seguem lesionados.

Já Benítez e Welington retornam ao time após cumprirem suspensão no fim de semana contra o Palmeiras. Ademais, o lateral-direito Daniel Alves segue incorporado à seleção olímpica que disputa os Jogos de Tóquio 2020.

Pelo lado do Vasco, a equipe carioca terá a ausência do lateral-esquerdo Riquelme, com uma lesão no tornozelo esquerdo, bem como do volante Michel, que faz trabalho de fortalecimento muscular. Suspenso no fim de semana pelo terceiro cartão amarelo, o lateral Zeca retorna ao time.

Em contrapartida, o técnico Lisca terá as voltas dos meias Andrey e Romulo, recuperados de lesões.

Histórico de confrontos entre Vasco e São Paulo

No geral, Vasco e São Paulo se enfrentaram em 94 partidas. Ao todo, o Gigante da Colina venceu 33 jogos. Do contrário, o Tricolor Paulista bateu o adversário em 34 confrontos. No mais, 27 partidas terminaram empatadas.

Em outras palavras, somente pela Copa do Brasil, o Almirante venceu duas partidas. Já o Soberano, liquidou três jogos. Acima de tudo, além dos triunfos, outros dois duelos terminaram empatados.

Por fim, o Vasco não vence o São Paulo há pouco menos de um ano. Ou seja, a exatos três jogos. Em síntese, o último triunfo do Gigante da Colina sobre o Tricolor Paulista aconteceu no dia 16 de agosto de 2020.

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