Desempate em finais, sequência e mais: o que está em jogo na final do Paranaense?

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A 106ª edição do Campeonato Paranaense terá seu fim nesta quarta-feira, quando Coritiba e Athletico decidirão quem levantará a taça. Na primeira partida deu Athletico, 1 a 0 na Arena. No Couto Pereira o Furacão pode empatar, enquanto o Coxa precisa devolver a vantagem, o que leva para os pênaltis, ou vencer por mais gols de diferença para comemorar o título.

Esta final, por si só atrativa, inevitavelmente perde com a ausência dos torcedores. É a primeira decisão com portões fechados. Ainda assim, reúne uma série de ingredientes que a tornam mais especial:

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Desempate: Pela 19ª vez, rubro-negros e alviverdes decidem o estadual. Confronto extremamente equilibrado, nove títulos sobre o rival para cada lado. Nesta quarta-feira, os times serão obrigados a desempatar.

O Athletico, que larga na frente, pode retomar a vantagem que lhe foi tirada na década passada. O placar chegou a estar 7 a 5 para Furacão, mas o time acabou sendo vice para o Coxa por três vezes consecutivas (2008, 2012 e 2013), assistindo, assim, à ultrapassagem alviverde – 8 a 7. Ao final da década, com duas conquistas athleticanas e uma coxa-branca, os rivais equipararam-se.  

Sequência: para o Athletico, vale bater o recorde próprio e alcançar o tricampeonato Paranaense, conquistado em apenas uma oportunidade, na sequência 2000 a 02.

O Coritiba quer evitar que os títulos consecutivos do rival possam se igualar à boa sequência recente, que foi citada acima: 2010 a 2013. Na história, contudo, o Coxa não se preocupa por enquanto, pois ostenta um hexa – 1971 a 1976.

Quem já esteve do outro lado: cada um dos times tem no elenco um ex-jogador do rival que sabe como é ser campeão por lá. De quebra, são dois crias da base;

Adriano e Rhodolfo foram companheiros na Turquia. Durante os anos de 2016 e 2017, defenderam juntos o Besiktas, sendo campeões da Süper Lig. Hoje, defendem os rivais dos clubes que os revelaram;

Foto: divulgação

Pelo lado athleticano, Adriano, cria do CT da Graciosa, venceu a taça em 2004 pelo Coritiba em plena Arena da Baixada. Dessa vez, poderá ser campeão pelo Furacão justamente no Couto Pereira, onde tudo começou.  

Já pelo lado coxa-branca, Rhodolfo, cria do CT do Caju, foi campeão estadual pelo Athletico em 2009. Na ocasião, o vice foi o extinto J Malucelli.

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