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Seleção Brasileira

Em tempos bem distintos, Brasil abre goleada, chega a passar sufoco, mas vence bem a Alemanha; confira destaques

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A Seleção Brasileira estreou no Futebol Masculino Olímpico na manhã desta quinta-feira, no estádio de Yokohama, conquistando uma expressiva vitória sobre a Alemanha e iniciando bem a caminhada no Grupo D. Com dois tempos distintos, Brasil fez primeiro tempo implacável e segunda etapa mais morna, permitindo reação dos alemães, mas matando no final. Se os 4 a 2 condisseram com o que foi a partida, as opiniões se dividem, mas fato é que foi uma estreia para empolgar no sonho do bicampeonato olímpico.

Pós-jogo:

Richarlison, homem referência da equipe de Jardine, pediu a dez e mostrou serviço, marcando os três primeiros gols da partida. Aos 6’, em duas finalizações contra o goleiro Florian Müller, aos 21’, aproveitando bom cruzamento de Guilherme Arana, e aos 29’, o mais bonito: dominou, levou para a direita e bateu colocado, bonito, no canto esquerdo. O Brasil poderia ainda ter ido para o intervalo com sonoros 4 a 0, pois teve pênalti a seu favor aos 41’, mas Matheus Cunha parou em Müller.

Na segunda etapa, o Brasil exagerava por vezes no preciosismo e não conseguia converter em gol as chances criadas. Caso aproveitasse, poderia descontar os fatídicos 7 a 1 sobre os alemães, mas não foi o que aconteceu. Dormente no jogo, a Seleção Alemã foi ganhando confiança aos poucos e chegou ao gol: Amiri arriscou de longe, a bola bateu no “morrinho artilheiro” e enganou o goleiro Santos. 3 a 1 aos 56’. A reação dos alemães poderia parar por ali, pois logo aos 62’, Arnold foi expulso e deixou a Mannschaft com um a menos.

Mas não parou: o Brasil não definia a partida, pagou para ver, e a Alemanha descontou ainda mais, aos 83’. Ache, que veio do banco, aproveitou cruzamento da esquerda e testou firme para vencer Santos. 3 a 2, num jogo que parecia resolvido. Tendo em vista a ótima primeira etapa, beirava o inacreditável o time brasileiro passar sufoco ao final da partida. O time alemão esbarrava na falta de técnica, diferentemente do brasileiro, que pecava apenas na definição. As chances apareciam e, de repente, Paulinho resolveu fazer o simples: disparou pela esquerda, entrou na área, cortou pra direita e soltou a bomba no ângulo esquerdo de Müller. Definido, 4 a 2.

Escalações:

Brasil: Santos; Daniel Alves, Nino, Diego Carlos e Guilherme Arana; Douglas Luiz, Bruno Guimarães, Claudinho (Malcom) e Antony (Paulinho); Matheus Cunha e Richarlison (Reinier). Técnico: André Jardine.

Alemanha: Müller; Henrichs, Pieper (Torunarigha), Uduokhai e Raum; Maier, Arnold, Amiri (Teuchert) e Stach (Schlotterbeck); Richter (Ache) e Kruse (Löwen); Técnico: Stefan Kuntz.

Destaques…

O destaque mais claro da partida foi ele, que veio da principal para ser “o cara” da Seleção Olímpica e honrou a camisa dez: Richarlison fez partida perfeita, especialmente na primeira etapa, jogando centralizado – como já vinha experimentando Tite, e tem agora a confirmação. Enfiado entre os dois zagueiros alemães, mas nem por isso limitado a movimentações do pivô clássico, o atacante do Everton formou com Matheus Cunha uma dupla de atacantes móveis e dinâmicos, remontando à definição do ponta-de-lança clássico, que tão bem o Brasil definiu ao longo da história.

Os dois laterais foram muito bem, dentro de suas diferenças de estilo. Enquanto Guilherme Arana dava profundidade à equipe nas jogadas pelos flancos – vide a escapada pela esquerda que originou o segundo gol –, o experiente Dani Alves, de 38 anos, dialogava mais com o meio de campo, com Bruno Guimarães, meio-campista do passe qualificado, e Antony, mais incisivo no ataque.

Definições…

O Brasil deixou para trás aquela que é, de longe, a adversária mais difícil do Grupo D. Agora, deverá apenas trabalhar para confirmar a classificação contra Costa do Marfim e Arábia Saudita. Os africanos, próximos adversários da Seleção, venceram os árabes por 2 a 1 na estreia.

Brasil x Costa do Marfim acontece neste domingo, atenção, às 05h30, horário de Brasília.

Futebol Internacional

Antony, alvo do Bayern, admite “frio na barriga” para semifinal

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Mesmo sem marcar gols nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, atacante tem tido boas atuações. Antony está na mira do Bayern de Munique

Sensação do São Paulo nas temporadas 2019 e 2020, o atacante Antony segue em busca do seu primeiro gol pela seleção brasileira de futebol nas Olimpíadas de Tóquio 2020.

Ainda assim, com dribles, cortes, arrancadas e troca de passes envolventes, o jogador do Ajax volta a campo nesta terça-feira (3), às 5h (horário de Brasília), no Estádio Ibaraki Kashima, em Kashima, para enfrentar o México. A partida acontece pela semifinal do torneio masculino.

Após o melhor jogo do ponta, contra o Egito, no último sábado (31). Aos 21 anos de idade, Antony confessa ansiedade, mas garante foco para entrar em campo e garantir, pelo menos, a medalha de prata para o Brasil.

“Em todos os jogos dá aquele frio na barriga, ansiedade para entrar em campo, ainda mais sabendo que é uma semifinal de Olimpíadas, estamos entre os quatro finalistas. Mas é gostoso, você não vê a hora de chegar o jogo, de pisar no campo e o juiz apitar. Então, creio que é um pouco diferente, ainda mais sabendo que se ganharmos amanhã vai para uma final. A gente controla um pouco da ansiedade para entrar 100% e preparado para o jogo”, avaliou o ponta de lança.

Brasil, de Antony, pode enfrentar Espanha ou Japão

Do outro lado da chave, Espanha e Japão disputam a outra vaga para a grande decisão do futebol masculino olímpico. Em caso de vitória sobre a seleção mexicana, o Brasil enfrenta o próximo adversário no sábado (7). Às 8h30 (horário de Brasília), no Estádio Yokohama Internacional.

Por outro lado, caso o resultado seja amarga para a seleção, o bronze será disputado um dia antes, às 8h, no Estádio Saitama. Sobre a meta de conquistar o ouro, Antony abordou a união do grupo brasileiro para levar a medalha às pessoas que apoiam os jogadores.

“Família é tudo. O professor Jardine nas palestras sempre cita a família. Sabemos a importância daquelas pessoas que nos amam de verdade, que nos acompanham e nos apoiam em momentos felizes e tristes. Espero contar história para meu filho, ele assiste com minha mulher, fala até papai quando me vê na televisão. Isso me dá motivação para disputar essa competição tão importante. Família é tudo, a gente vem trabalhando dia a dia pelos nossos companheiros e pela nossa família, mas não só família dentro de casa, a gente passa a maior parte do tempo com os atletas e a comissão, então a gente tem que dar a vida por eles”, fnializou.

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Futebol Internacional

Marta e Formiga: experiente dupla perde chance de título olímpico

Dupla titular da seleção comandada pela treinadora Pia Sundhage, Marta e Formiga podem ter encerrado um ciclo da antiga geração do futebol feminino

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Veteranas se despediram das Olimpíadas de Tóquio 2020 na madrugada desta sexta-feira. Marta afirma possibilidade de aposentadoria no Brasil

A noite desta sexta-feira (no Japão) para a seleção brasileira de futebol feminino acabou em decepção. Diante do Canadá, o Brasil perdeu por 4 a 3 nos pênaltis, após o tempo regulamentar terminar empatado em 0x0. Ainda assim, uma das principais consequências, além da eliminação da equipe da Olimpíada de Tóquio 2020, pode ser o encerramento da passagem de duas simbólicas atletas: Marta e Formiga.

A dupla de experientes jogadoras possuem uma vasta história de conquistas, títulos e comemorações. Aos 35 anos de idade, a camisa 10 participou dos Jogos Olímpicos pela quinta vez. Se por um lado sofreu pela desclassificação nas quartas de final do torneio, ela tem, no mínimo, um motivo para ficar feliz. No país nipônico, a meia se tornou a primeira jogadora a marcar em cinco edições do torneio.

Titular absoluta com cadeira cativa no time da técnica sueca Pia Sundhage, Formiga encerra a passagem em Tóquio como a única atleta a participar das sete edições da modalidade em Olimpíadas. A volante ganhou, inclusive, elogio da companheira de anos da seleção brasileira.

“Falei para as meninas e falei diretamente para a Formiga que eu gostaria de ver mais uma vez aquela emoção de lutar pela medalha com ela. Mas agradeço demais por tudo que ela fez pela nossa seleção durante esses anos todos. Uma vida dedicada a esse esporte. Que todos possam enxergar da mesma maneira que estou enxergando hoje”, comentou Marta.

“Uma pessoa que dedicou a vida inteira e que tanto vem ajudando a modalidade, que é inspiração para todas as meninas e poderia ter tido um final mais feliz. Mas ela é guerreira e nos orgulha demais poder ter tido a oportunidade de jogar mais uma Olimpíada com ela”, completou.

Marta na Seleção

Caracterizada pela aplicabilidade e técnica no meio-campo da seleção brasileira de futebol feminino, Marta vive a dúvida de permanecer ou não atuando pelo Brasil. Em entrevista concedida à TV Globo após o jogo contra o Canadá, a meia despistou ao confessar que a cabeça estava conturbada com a eliminação.

Por outro lado, a trajetória da jogadora já tem conquistas incríveis, o que a proporcionou ser a melhor do mundo por seis vezes (cinco de forma consecutiva). Além disso, Marta, desde 2015, é a maior artilheira da história da seleção (tanto a masculina como a feminina) com 110 gols.

Outra marca acnoteceu no duelo entre Itália e Brasil, na Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2019. Na ocasião, ela marcou seu 17° gol, consagrando-se a maior artilheira do Mundial de Futebol Feminino, bem como a pessoa com maior número de tentos em Copas do Mundo (entre homens e mulheres).

Por fim, Marta tem motivos de sobra para ser ídolo do povo brasileiro nos esportes. Afinal, é a primeira e única atleta a marcar em cinco edições diferentes do torneio tanto no futebol feminino quanto no masculino.

Formiga na Seleção

Além do feito inédito, Formiga bateu outro recorde. Ela é considerada a jogadora de futebol (masculino tal qual feminino) mais velha a participar dos Jogos Olímpicos, com 43 anos de idade. Do mesmo modo, em 2019, na França, tornou-se a atleta mais velha a entrar em campo em uma Copa do Mundo.

Da mesma maneira, no mundial, conquistou o pleito de jogadora com maior número de participações em Copa, acumulando sete no histórico. Anteriormente, em 2015, tornou-se a atleta mais velha a marcar um gol em Copa do Mundo, aos 37 anos de idade, 3 meses e 6 dias.

Pelo Brasil, Formiga conquistou títulos como a Copa América Feminina (2018), os Jogos Pan-americanos (2003, 2007 e 2015), bem como a Bola de Prata (2016), como destaque do futebol feminino. Além disso, faturou duas medalhas de prata, em Atenas e Pequim.

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Seleção Brasileira

Futebol Brasileiro Olímpico está nas quartas; como seguir para o ouro?

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Nesta quarta e quinta-feira, tanto a Seleção Feminina quanto a Masculina venceram seus compromissos finais pela fase de grupos e garantiram a vaga à fase de quartas-de-final do Futebol Olímpico. Equipes mesclaram atuações de encher os olhos com algumas dificuldades ao longo das três primeiras partidas e buscarão, agora, extrair seu melhor para seguir para a disputa do podium e, principalmente, a conquista do ouro olímpico – inédito para o Futebol Feminino e o segundo consecutivo para o Masculino.

Seleção Feminina:

Comandada pela sueca Pia Sundhage, para muitos a técnica mais bem sucedida de todos os tempos, a Seleção conta com a Rainha Marta, considerada (esta já com unanimidade) a maior futebolista da história, e com diversas atletas talentosas que combinam experiência – caso de Formiga e Bárbara – ápice técnico – caso de Bia Zaneratto, Andressa Alves e Debinha – e renovação – caso de Gio.

Se o ouro bateu na trave e virou prata por duas oportunidades consecutivas, 2004 e 2008, o futebol feminino cresceu no país em todos os aspectos e nos trouxe até este momento, em que somos claros favoritos à conquista do ouro. Mas a caminhada ainda será árdua: encararemos, primeiramente, a Seleção Canadense, tradicional na modalidade, antes de chegarmos às semifinais, onde já há disputa por medalha.

O chaveamento ainda coloca a equipe de Marta, Pia e companhia frente a frente com as vencedoras de Holanda, que já fez jogo duro com o Brasil na fase de grupos, e Estados Unidos, a mais tradicional das seleções entre as mulheres. Do outro lado da chave, os confrontos entre Suécia e Japão e Grã-Bretanha e Austrália deixarão algumas favoritas pelo caminho, mas, igualmente, fortalecerão outras.

Seleção Masculina:

Os comandados de André Jardine têm, em tese, uma visão mais tranquila dos mata-matas. Após uma fase de grupos relativamente tranquila, viram a atual vice-campeã, a Alemanha, ficar pelo caminho, bem como as bem cotadas França e Argentina. A caminhada para o ouro continua com o duelo contra o Egito.

Richarlison, fã de Marta e o “adulto” em meio aos garotos, vem sendo a referência técnica e moral para o time. Artilheiro do futebol olímpico com cinco gols em três jogos, atacante do Everton será extremamente necessário na caminhada final, mas a Canarinho precisa de uma equipe que jogue como um time para voar longe. Ao superar o Egito – que não será fácil –, nos depararemos com coreanos, que vêm em plena evolução no futebol, ou mexicanos, nossos algozes de 2012.

No outro lado da chave, Japão, que fez bonito na fase de grupos, tem tudo para deixar a Nova Zelândia pelo caminho e decidir vaga para as finais contra uma das favoritas ao ouro, a Espanha, que encara a Costa do Marfim.

Como prosseguir na missão…

Tanto as comandadas de Pia quanto os meninos de Jardine têm enormes virtudes e pontos a corrigir, a julgar pelas três partidas disputadas e os testes pré-olímpicos.

  • Ataques inconstantes:

O Brasil mostrou toda sua força de ataque em algumas ocasiões, mas noutras, chegou a preocupar pela ineficácia. A Seleção Feminina mostrou todo o poder criativo e artilheiro quando goleou a China e fez eletrizante partida contra a Holanda, mas não empolgou em atuação econômica contra Zâmbia, em que os gols perdidos incomodaram.

A Masculina passou por algo semelhante: o ataque avassalador do primeiro tempo contra a Alemanha não se repetiu na segunda etapa, em que o preciosismo foi obstáculo, na partida seguinte contra a Costa do Marfim, e demorou a deslanchar contra a Arábia.

Ataques que têm enorme qualidade, mas vêm funcionando de forma lotérica: em uma fase de grupos, até é admissível, mas quando se vai aos mata-matas, não se sabe o que aguardar da próxima partida. É preciso saber se adaptar aos adversários e às situações impostas nos jogos.

  • Desafio na defesa:

Uma defesa consistente é um ponto primordial de uma equipe campeã. A Seleção Masculina campeã olímpica em 2016, por exemplo, só sofreu um gol em toda a campanha, justamente na final, contra a Alemanha. Nas partidas mais desafiadoras, é altamente necessária a atenção defensiva, pois, se os ataques não estiverem em dias inspirados, como discutido no tópico anterior, ao menos as derrotas podem ser evitadas a partir de um sistema defensivo de qualidade.

E há pontos a corrigir: a equipe de Pia Sundhage passou sem ser vazada pelas modestas China e Zâmbia, mas sofreu três gols da Holanda, uma das favoritas à conquista do ouro e seleção de alto nível, como todas as que o Brasil inevitavelmente enfrentará daqui para frente.

Os comandados de André Jardine precisam também se atentar ao primeiro bloco. Os gols sofridos para a Alemanha quase complicaram a vitória na estreia, e o empate Saudita, na partida mais recente, fez com que o time demorasse a se reencontrar no jogo. E dá para se lembrar dos amistosos anteriores, contra Cabo Verde e Emirados Árabes: o primeiro, a Seleção perdeu a partir de um erro defensivo crasso, e no segundo, quase tudo ruiu após a perda da vantagem inicial.

  • Usando o tempo a favor…

Outro desafio é entender o tempo de jogo e todas as providências a serem tomadas a partir dos eventos da partida. Vemos duas equipes que intercalam períodos de muito bom futebol com outros de apagão e sofrimento. É preciso maior atenção aos momentos do jogo e, consequentemente, uma melhor distribuição das ações.

Tomemos um exemplo de cada: a Seleção Feminina contra a Holanda e a Masculina contra a Alemanha. As mulheres brasileiras sofreram o gol logo aos dois minutos e demoraram a melhorar na partida. Na segunda etapa, a virada veio no momento certo, mas, em períodos de desatenção, cedeu o empate duas vezes.

Já os homens fizeram primeiro tempo avassalador contra os alemães e, na segunda etapa, decaíram significativamente e arriscaram sofrer o empate. Contra os sauditas, o gol sofrido veio em momento considerado inoportuno, aos 25’, e a reação demorou até os 76’ para chegar.

Dificuldades para reagir após os eventos adversos e um desafio de adaptabilidade: isto deverá ser aprimorado para tornar as equipes, que já são plenas favoritas, realmente no caminho da medalha de ouro.

Vamos por mais, Brasil…

Programem os despertadores: os capítulos iniciais da fase de mata-matas se iniciam neste final de semana. A Seleção Feminina tem o primeiro compromisso, contra o Canadá, em Miyagi. A partida será disputada às 05h, no horário de Brasília.

A Masculina entra em campo no sábado, às 07h (Brasília), em Saitama, contra o Egito.

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