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Brasileiro Série B

Náutico domina o Vila Nova e mantém desempenho perfeito na Série B

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O Náutico jogou bem mais uma vez e se reafirmou como um dos postulantes à briga pelo acesso na Série B 2021. Nesta terça-feira, na abertura da 4ª rodada, jogando nos Aflitos, no Recife, o Timbu dominou o Vila Nova, venceu com tranquilidade e garantiu 100% de aproveitamento na competição, em um início histórico de campanha.

Com gols de Vinícius e Erick, na primeira e segunda etapa respectivamente, e um total controle das ações, o time pernambucano superou um Vila Nova que até então não havia perdido na competição – haviam sido, até então, dois empates e uma vitória para o Colorado.   

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Crônica da partida:

Antes da bola rolar, uma polêmica envolvendo os dois uniformes das equipes. O Vila Nova iria de branco, mas, por entender que o contraste com o tradicional listrado do Náutico dificultaria a distinção, acabou usando o primeiro uniforme, todo colorado.

Em campo, uma partida que começou estudada e com certa igualdade em termos de volume de jogo, mas logo seguiu sua tendência natural: o Náutico, mandante e embalado, iria com tudo em busca da quarta vitória em quatro jogos.

E começou a pavimentar tal caminho a partir dos 15 minutos. O Timbu colecionava chances contra a meta de Georgemy, que, ora trabalhava, ora contava com a sorte de a pontaria não estar afiada.

Era de fato com a sorte que o Colorado contava, com o andar do relógio, para não estar atrás do placar, uma vez que, em campo, apenas assistia ao Náutico jogar. Chances, uma atrás da outra, já faziam o alvirrubro merecer a vantagem.

E, do merecimento, veio a concretização: aos 39’, saída de bola de manual – Rhaldney deu passe de calcanhar, Kieza deu grande lançamento para o lado esquerdo encontrando Vinicius. Então, o ponta-esquerda alvirrubro cortou para o meio e bateu bem. Golaço do Timba, no início, meio e fim: valeu a pena aguardar.

E, na partida em que se preocupava com a distinção dos uniformes, pouco foi preciso diferenciar os dois lados. O primeiro tempo foi de uma equipe só, um lado só do campo.

E, na segunda etapa, só se trocou o lado do campo em que a partida aconteceria. O Náutico continuou apertando, muito mais disposto a ampliar a vantagem do que o Vila Nova de conseguir reagir na partida.

As oportunidades pernambucanas seguiam aparecendo, mas as conclusões não eram boas o suficiente para dobrar a vantagem alvirrubra. E, se há uma diferença do segundo tempo para o primeiro no Recife, eram as investidas no contra-ataque do Tigre. A equipe goiana era mais agressiva e, com o passar do tempo, se aproximava do empate.

De dono da partida, o Náutico começou a sentir que deveria diminuir o ritmo para assegurar a vitória. O time goiano começava a cansar; seria a brecha perfeita para encaixar um contra-ataque e matar o jogo.

E, depois de algumas tentativas, o Timbu foi bem sucedido. Veio dos pés de Bryan a boa jogada pela esquerda e o belo gol, para definir o duelo e consolidar o time pernambucano como melhor time deste início da Série B 2021.

Pós-jogo:

O Náutico deu mais um indicativo de que buscará voos altos nesta Série B. Em nova partida consistente, a equipe dominou o Vila Nova nos Aflitos e venceu, de forma inquestionável, a quarta partida nas quatro primeiras rodadas da competição. Mais uma noite inspirada, diga-se, do quarteto Erick-Vinícius-Jean Carlos-Kieza, responsáveis diretos pelo bom desempenho alvirrubro ao longo da temporada, e criadores de muitas oportunidades para o Timbu – foram 23 chutes ao total.

A pontaria poderia ser melhor, considerando que apenas nove chutes tiveram direção do gol de Georgemy, mas o Náutico tem um dez em todos os outros setores do time e aspectos do jogo. O meio de campo da equipe pernambucana foi totalmente dominante, o que fez com que a partida fosse de um time só nos Aflitos. Já nos momentos em que o adversário sentiu o momento de atacar, teve sua atividade reduzida graças ao eficiente sistema defensivo alvirrubro que, por sua vez, sofreu apenas um gol nos quatro jogos.

O Vila Nova ofereceu pouca resistência ao domínio pernambucano e, após ter começado bem, conhece a primeira derrota na competição. A equipe colorada, com exceção do início do jogo e de alguns momentos na metade da segunda etapa, assistiu ao Náutico jogar. Na maior parte do tempo, investiu em jogadas de contra-ataque, mas nenhuma chegou a se concretizar. No total, foi apenas um chute com direção à meta defendida por Alex Alves.

O placar foi merecido e traduziu bem a essência da partida. No entanto, esta análise não seria diferente em caso de uma vantagem mais elástica do Náutico, uma vez que produziu muito mais, em números e em volume de jogo.

Definições:

Ninguém à frente: o Náutico mantém os 100% de aproveitamento e assume a liderança isolada da Série B. Com 12 pontos, a equipe só poderá ser alcançada pelo Brusque, que teve o jogo contra o Coritiba adiado na rodada. Bom futebol e bons resultados para o Timba, que terá grande desafio na próxima partida: receberá o Botafogo, também nos Aflitos, no domingo (20).

O Vila Nova, com a derrota, caiu para a 8ª colocação, sendo ultrapassado pelo Guarani, que somou um ponto contra o CSA no Rei Pelé. A chance da recuperação vem neste sábado (19), quando receberá o Coritiba, no OBA, em Goiânia.

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Líder da Série B, Náutico vive problema grave no setor defensivo

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nautico tem problema no setor defensivo e pode perder lideranca

O clube pernambucano Náutico, é hoje o líder isolado na Série B. Porém está vivendo um problema grave no setor defensivo e corre o risco de perder o posto ao Coritiba nesta 16ª rodada do Brasileirão.

O último adversário foi justamente o Coxa, onde a equipe se deslocou até o Couto Pereira, em Curitiba, mas acabou amargando uma derrota por 3 a 1, ficando estacionado nos 30 pontos. O alviverde vem na segunda posição com 29 pontos.

Mas o problema do Náutico não foi somente a derrota. A equipe chegou ao seu quinto jogo consecutivo tomando gols. Os três do Coritiba ligou um alerta no elenco, pois foi a primeira vez que a equipe tomou mais de um gol desde o início da Série B.

É motivo para desespero?

O Náutico vive um problema claro neste setor, mas a equipe mesmo tomando gols, conquistava resultados positivos em campo. Esta derrota para o Coritiba foi a primeira em 15 rodadas.

Até o momento, a equipe sofreu onze gols. Tem a terceira melhor defesa do campeonato, perdendo apenas para o Goiás, líder neste quesito, com apenas sete gols. E também o Coxa, que tomou dez gols até agora.

Próximo adversário: Confiança

O Confiança é o adversário do Náutico na 16ª rodada da Série B. As equipes entram em campo no próximo sábado (07/08) a partir das 16h30 (horário de Brasília), na casa do clube pernambucano, o estádio dos Aflitos.

Até lá, o treinador Hélio dos Anjos, deve promover mudanças no setor. Novamente deve contar com o lateral-direito Hereda, que se recuperou de uma lesão na coxa. Mas deve ter que achar um substituto para Camutanga, que tomou o terceiro amarelo e precisa cumprir suspensão.

Rafael Ribeiro, que agora foi regularizado, pode ser uma opção para repor o desfalque.

O Confiança é hoje o lanterna da Série B, com apenas 10 pontos e a a segunda defesa mais vazada com 23 gols, perdendo apenas para o Cruzeiro com 25 gols.

Esta deve ser uma boa oportunidade para Hélio testar nomes para compor melhor o setor defensivo.

De olho no adversário

O Náutico precisa da vitória, pois as suas duas principais ameaças se enfrentam na 16ª rodada. O Coritiba (2º) entra em campo contra o Goiás (3º). Se houver uma vitória do clube goiano, os próximos dois na tabela terão 29 pontos. Outra ameaça é do Avaí. O clube encara o CSA no Rei Pelé e também pode chegar aos 29 pontos.

Foto: @tiagocaldas / @Nauticope

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Ruim para os dois: Brusque e Coritiba ficam no zero e perdem oportunidades na Série B

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Na única partida atrasada da Série B, os três pontos dariam a liderança ao Coritiba e colocariam o Brusque no G-4, na terceira colocação, à frente de Goiás e Avaí pelo número de vitórias. Ou seja, a vitória era necessária para as ambições de ambas equipes. Apenas um dos lados poderia sair sorrindo do Augusto Bauer, em Brusque, na noite desta terça-feira. Mas havia a possibilidade do empate, que acabaria prejudicando os dois lados.

E foi justamente o que aconteceu. Em um jogo morno no Vale do Itajaí, equipes ficaram no empate por 0 a 0 e perderam as oportunidades de alcançarem os objetivos pontuais. O Brusque ainda reclamou de um gol legal, marcado já no final da partida, e que teria sido incorretamente anulado, levantando polêmicas.

Crônica do jogo:

Dupla necessidade de vencer só poderia trazer uma partida estritamente equilibrada. Foi o que aconteceu nos primeiros momentos entre Quadricolor e Alviverde, com igualdade na posse de bola, chances criadas e volume de jogo.

Com o passar da primeira etapa, o ritmo ia caindo, o que preocupava os treinadores e incomodava os torcedores, pois todos aguardavam a postura de quem quer dormir com a vitória. Mas, para tal, nenhuma das equipes despendeu esforços suficientes na etapa inicial. O jogo estava excessivamente estudado, mas sem partir para o próximo passo.

Se Edu e Léo Gamalho, artilheiro e vice-artilheiro (ao lado de Jean Carlos, Chay e Régis) da Série B, não saíssem da área para buscar jogo, passariam fome em Brusque. A bola simplesmente não vinha para dentro da caixa, para que os artilheiros pudessem decidir.

A segunda etapa, em contrapartida, já estava mais aberta. As coisas esquentaram quando, logo aos 4 minutos, o Coxa pediu pênalti em cima de Léo Gamalho. E aos 12’, foi a vez de Edu aparecer: recebeu na medida dentro da área, ajeitou para a canhota, que não é a boa, e Wilson, caído, salvou com o pé direito, que é o bom, o que seria a abertura do marcador.

Na sequência, aos 20’, Edu tentou golaço de bicicleta e o chute acabou virando um passe para Garcez quase marcar, frente a frente com Wilson.

O lance foi a deixa para Morínigo decidir que deixaria o Coritiba mais agressivo. Robinho deu lugar a Rafinha e Waguininho saiu para o recém chegado Edson Carioca, ex-Azuriz-PR, estrear. E foi justamente dele, Edson, a primeira oportunidade do Coxa depois disto, um arremate tranquilo para Zé Carlos defender.

Na segunda bateria de alterações da equipe paranaense, o artilheiro Léo Gamalho saiu por Dalberto e Igor Paixão deu lugar a outro estreante, o jovem Guilherme Azevedo, vindo do Grêmio por empréstimo.

Mas a partida continuava amarrada, sendo que as melhores chances continuavam vindo pelo lado catarinense. O relógio andava e, já aos 44’, Alex Ruan, que acabara de entrar no lugar de Garcez, marcou para o Brusque. O auxiliar levantou a bandeira, assinalando impedimento, em um lance discutível – vale lembrar que a Série B só contará com o VAR a partir do segundo turno.

Escalações:

Brusque: Zé Carlos; Zé Mateus, Ianson, Éverton Alemão e Airton; Fillipe Soutto, Rodolfo Potiguar (Vivico), Garcez (Alex Ruan) e Diego Mathias (Bruno Alves); Edu e Thiago Alagoano. Téc: Jérson Testoni.

Coritiba: Wilson; Igor, Henrique, Luciano Castán e Guilherme Biro; Willian Farias, Matheus Sales e Robinho (Rafinha); Waguininho (Edson Carioca), Igor Paixão (Guilherme Azevedo) e Léo Gamalho (Dalberto); Técnico: Gustavo Morínigo.

Definições:

Nem o Coxa conseguiu a liderança, que permanece com o Náutico, nem o Brusque conseguiu entrar no G-4, embora a diferença tenha encurtado para apenas dois pontos.

Com a realização do duelo atrasado, todas as equipes ficam em paridade de partidas disputadas, 15. Assim, a nova oportunidade para o atingimento dos objetivos de Quadricolor e Verdão terá de vir na 16ª rodada, que se iniciará nesta sexta-feira.

Na própria sexta, o Coritiba encara o Goiás, no Couto Pereira, em outro confronto direto dentro do G-4. No sábado pela manhã, o Brusque recebe o Cruzeiro, que está na parte baixa da tabela, no mesmo Augusto Bauer.

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Brasileiro Série B

Vitória vai em busca de três triunfos para bater meta da última Série B

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Na busca pelo 66% de aproveitamento nas últimas partidas do primeiro turno, Vitória tenta alcançar desempenho da última Série B

A saga do Vitória para reverter o cenário das últimas temporadas na Série B do Campeonato Brasileiro está longe do fim. Além da necessidade de recuperar o bom futebol de anos atrás, o Leão da Barra vai disputar a 16ª rodada no próximo sábado (7). Assim, restará apenas três partidas para o término do primeiro turno da competição.

Nesse sentido, o Rubro-Negro liga o alerta para um detalhe: para igualar o desempenho na Segundona de 2020 – de 21 pontos conquistados -, a equipe precisará de, no mínimo, duas vitórias e dois empates nos últimos jogos do turno inicial do torneio.

Anteriormente, na última temporada, o Vitória somava 18 pontos, ao fim da 15ª rodada. Por outro lado, estava na mesma posição que se encontra hoje. Em seguida, no encerramento das 19 rodadas iniciais, o clube acumulava 21 pontos, e estava na 14ª posição.

Ademais, o Rubro-Negro se encontra a duas casas do Z-4, com 13 pontos conquistados em 45 disputados. No entanto, Ponte Preta (16°), Londrina (17°) e Cruzeiro (18°) estão com a mesma quantidade de pontos e já figuram no retrovisor da agremiação baiana.

Vitória precisa superar o desempenho ruim

Caso conquiste três triunfos, o Vitória atingiria a meta de 66% nas últimas quatro partidas. Porém, se levar em consideração o desempenho da equipe atualmente, o número parece surreal. Em exatas 15 rodadas feitas, o aproveitamento do time baiano na competição chega a 28,9%.

Isso porque, nos últimos dez jogos pela Série B, o Vitória somou apenas um resultado positivo. No mais, conquistou cinco derrotas e quatro empates.

Apesar da preocupação, o Leão da Barra já virou a chave após o empate com o Avaí por 0 a 0, no último sábado (31), no Estádio Manoel Barradas (Barradão). Na noite desta terça-feira (3), a equipe do técnico Ramon Mnezes visita o Grêmio, pela segunda partida das oitavas de final da Copa do Brasil, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS).

Vale destacar que, no primeiro confronto, o Imortal Tricolor bateu o Rubro-Negro por 3 a 0. Dessa forma, para se classificar, o Vitória necessita de um triunfo por uma diferença de quatro gols. Caso marque três, a vaga será decidida nas penalidades.

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