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Futebol Internacional

O fantasma é reforçado: Inter não marca no tempo normal e vê Olimpia, nos pênaltis, repetir 89

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O Internacional parecia ter exorcizado de vez o “Fantasma do Olimpia”, referente à eliminação para o time paraguaio na Libertadores de 1989, nos pênaltis, jogando no Beira-Rio, quando, na atual edição da competição continental, goleou o adversário por 6 a 1 na fase de grupos. Porém, no reencontro dos dois na fase de mata-matas, o Olimpia voltou a assombrar o Colorado, em novo capítulo igual ao anterior.

“Quem não faz, leva”: a mais antiga das máximas do futebol apareceu na noite desta quinta-feira, na casa do Inter. O time Colorado finalizou 19 vezes contra a meta paraguaia durante o tempo normal, mas não foi capaz de tirar o zero do placar – até pênalti teve, desperdiçado por Edenílson (sua primeira cobrança errada pelo clube). Assim, o novo empate por 0 a 0 levou a decisão para as penalidades. Apenas Galhardo errou, o que decretou a eliminação colorada.

Crônica do jogo:

O Internacional teve maior volume desde o primeiro minuto de jogo. E sim, o maior volume foi transformado instantaneamente em chances de fazer o primeiro gol. Aproveitá-las é que era o desafio.

Thiago Galhardo parou em Aguilar aos 17’ e Taison acertou a trave aos 22’. O gol estava cada vez mais maduro.

E saiu, mas VAR flagrou impedimento. A pressão colorada continuava, mas ia acrescentando doses graduais de afobação. A urgência pelo gol era grande, justamente contra o adversário sobre quem a equipe tem o resultado mais elástico na temporada.

Thiago Galhardo, Yuri Alberto, Moisés… nenhum converteu as boas oportunidades de abrir o marcador, já na reta final da primeira etapa. Diego Aguirre teria de chamar a atenção no vestiário sobre a pontaria da equipe.

O segundo tempo veio e a pressão colorada continuou intensa. E, igualmente, o gol não saía. Os personagens eram os mesmos a tentar: Galhardo, Moisés, Yuri… não estava fácil balançar as redes paraguaias no Beira Rio.

Aí veio o que poderia ser a salvação: Salazar chutou Taison na área, pênalti para o Inter. Edenilson, batedor oficial, 14 cobranças invicto, um dos melhores cobradores do país foi para a bola, na promessa de encerrar a agonia. Mas quando a tarefa é difícil, assume condições realmente extremas: Aguilar pegou a cobrança. Edenilson perdeu o primeiro pênalti com a camisa colorada.

E se uma batida de pênalti já deixou a partida mais nervosa, o persistente 0 a 0 ia fazendo a decisão caminhar para, no mínimo, outras dez cobranças da marca da cal. Especialmente porque o Inter, desmoralizado, deixava o ritmo cair.

A disputa foi para os pênaltis e o roteiro era dramático para o Colorado. Era inevitável evocar o fantasma de 89, quando o Olimpia já eliminara o Inter, no mesmo Beira-Rio, numa disputa de pênaltis como esta…

Diferentemente da disputa anterior desta fase, entre Atlético e Boca, as oito primeiras cobranças foram implacáveis. Mas Galhardo, que já desperdiçara chances no tempo normal, bateu por cima e errou pelo lado do Inter. O Olimpia converteu a quinta cobrança e encerrou a disputa.

Escalações:

Internacional: Daniel; Heitor (Boschilia), Bruno Méndez, Cuesta e Moisés; Rodrigo Dourado, Edenílson, Patrick (Maurício) e Taison (Vinicius Mello); Thiago Galhardo e Yuri Alberto (Palacios). Técnico: Diego Aguirre.

Olimpia: Aguilar; Salazar, Salcedo, Alcaraz (Cáceres) e Iván Torres; Ojeda, Ortiz, Orsuza (Walter González) e Derlis González; Pitta e Recalde (Alejandro Silva). Técnico: Sergio Ortemán.

Um trauma e suas extensões…

Há quem diga que a história não se repete, mas é inegável que certos capítulos têm enorme similaridade. Ao remeter-se ao enorme trauma colorado de 1989, nos deparamos com algumas coincidências – a maior delas vem do banco de reservas do Inter.

Diego Aguirre, hoje treinador e exatamente último comandante a fazer uma grande campanha com o time gaúcho em Libertadores, estava presente na fatídica eliminação de 89, mas como jogador. O técnico, naquela ocasião, era Abel Braga, que conduziu o Inter à sua glória máxima, os títulos de Libertadores e Mundial em 2006, mas que encerrou a última passagem deixando outro trauma no Gigante: a perda do título Brasileiro na última temporada, também na casa colorada, igualmente em uma partida onde uma vitória simples bastaria, mas o zero não saiu do placar.

Definições:

O Olimpia será o adversário do Flamengo nas quartas-de-final, em duelos que acontecem nos dias 11 (Paraguai) e 18 de agosto (Brasil). Já o Inter voltará todas as atenções unicamente no Campeonato Brasileiro, em que ocupa a 13ª colocação.

Futebol Internacional

Nigéria 0x1 Tunísia: confira o pós-jogo da partida pela Copa Africana

Tunísia marca gol relâmpago na segunda etapa e sustenta o placar para avançar às quartas

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A Tunísia venceu a Nigéria por 1 a 0 na tarde deste domingo (23), em Garoua, Camarões, e garantiu a vaga nas quartas-de-final da Copa Africana de Nações. Com gol marcado no início do segundo tempo por Msakni, a seleção do norte africano, que sofreu com um surto de Covid-19 no elenco durante a competição, consegue desbancar uma das favoritas, que, por sinal, teve 100% de aproveitamento na primeira fase.

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  • Crônica do jogo:

    Em um primeiro tempo amarrado em Garoua, os nigerianos tiveram um predomínio de ataque, maior posse de bola e foram expoentes das melhores chances da primeira etapa. Ainda assim, não foi feito o suficiente para agredir o gol defendido pelo goleiro Ben Said. A partir da segunda metade da primeira etapa, a Tunísia conseguiu equilibrar a partida e fez sobrepor a sua estratégia, que era de defender, assim, amarrando a partida.

    Já no segundo tempo, quem começou com tudo foi a Tunísia. Msakni fez jogada individual, levou para o pé direito e arriscou de fora. O goleiro Okoye foi traído pelo efeito da bola e aceitou. Tunisianos na frente.

    O gol afetou os nigerianos, que sentiram o nervosismo tomar conta das construções de ataque. E a situação que já estava difícil ficou ainda pior quando Iwobi, que havia acabado de entrar, tomou cartão vermelho por entrada no próprio Msakni.

    E aí que a Nigéria tomou iniciativa e, na base do sacrifício, agrediu com tudo. Em contrapartida, pela desvantagem numérica, deixava o contra-ataque exposto, e a Tunísia poderia aproveitar a qualquer momento para para ampliar a sua vantagem.

    De tanto insistirem, os nigerianos começaram a conseguir boas oportunidades de empatar. Mas, para uma equipe que está na situação que a Nigéria estava, não se poderia permitir o privilégio de perder de qualquer chance de gol, especialmente as mais claras. O ataque nigeriano sempre ficava no “quase”: faltava aquele algo a mais de pontaria para conseguir um empate que, parecia até, pelas circunstâncias do jogo, improvável.

    E a partida caminhou para o fim com o placar de 1 a 0, para decepção dos nigerianos e muita vibração dos tunisianos. Estava derrubada uma das favoritas por uma seleção que, além de sofrer para passar da fase inicial, teve que conviver com os surtos de covid no elenco no meio da competição.

    Escalações:

    Nigéria: Okoye; Aina, Ekong, Omeruo e Sanusi; Ndidi, Aribo (Musa), Chukwueze (Sadiq), Iheanacho (Iwobi [expulso]) e Moses Simon; Awoniyi (Olayinka). Técnico: Augustini Eguavoen.

    Tunísia: Ben Said; Dräger, Ifa, Talbi e Haddadi; Skhiri, Ben Slimane (Rekik) e Laïdouni; Rafia (Sliti), Msakni (Khazri) e Jaziri (Jebali). Técnico: Jalal Qaderi.

    Definições:

    Enquanto a seleção da Nigéria vai para casa mais cedo, a seleção tunisiana está classificada para as quartas-de-final, onde enfrentará a Burkina Faso, que hoje mais cedo derrotou o Gabão nas penalidades. As quartas serão disputadas no próximo final de semana, dias 29 e 30 de janeiro.

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    Futebol Internacional

    Burkina Faso (7) 1×1 (6) Gabão: confira o pós-jogo da partida pela Copa Africana

    Na epopeia de Limbe, Burkina Faso é castigada com empate no fim, mas se redime nos pênaltis e carimba classificação às quartas

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    Burkina Faso é a primeira seleção classificada para as quartas-de-final da Copa Africana. Neste domingo (23), a equipe do oeste africano conquistou a vaga em um duelo épico com disputa quase interminável de pênaltis contra Gabão, em Limbe, Camarões.

    Depois de perderem muitas chances no tempo regulamentar e permitirem o empate dos gaboneses nos acréscimos, os burquinenses conseguiram a vitória nas cobranças alternadas, com grande dose dramática.

    Crônica do jogo

    Em um jogo truncado, a Burkina Faso teve a chance logo nos primeiros dez minutos de abrir o placar, mas Bertrand Traoré bateu alto e forte demais e carimbou o travessão de Gabão, para a festa da torcida que vestia amarelo, maioria em Limbe.

    Mas a redenção não demoraria: aos 28 minutos, Burkina Faso saiu em um contra-ataque muito rápido, e, em quatro toques, o mesmo Bertrand Traoré saiu frente a frente com o Amonome, que ainda tentou sair para fechar o ângulo, mas o camisa 10 definiu muito bem, tocando na saída do goleiro e a inaugurando o marcador.

    O Gabão reagiu e chegou até empatar o jogo, porém a arbitragem entendeu que havia impedimento na jogada e anulou o gol. A primeira etapa terminou com Burkina Faso controlando a partida e administrando a vantagem.

    Na segunda etapa, o Gabão entrou com uma postura mais incisiva e buscou a igualdade no marcador. Logo se reclamou de um pênalti, que a arbitragem não considerou como tal. Pouco depois, o zagueiro Obissa tomou o segundo cartão amarelo e foi embora mais cedo, desfalcando o time gabonês até o apito final.

    A vantagem numérica animou a seleção burquinense, que pressionou muito para o segundo gol, mas empilhou chances perdidas – ora parava no goleiro gabonês, ora pecava na falta de pontaria. Por fim, ficou satisfeita em tentar segurar o placar mínimo.

    Mas, antes do apito final, veio a oportunidade para exercer um velho ditado do futebol: “quem não faz leva”. Gabão chegou ao empate nos acréscimos, através de escanteio pela esquerda que, por ironia do destino, quem mandou para a rede foi Guira, o próprio atleta de Burkina Faso. O que é o futebol – Burkina teve tudo para definir no tempo normal e o Gabão, que pouco fez após a expulsão, chegou ao empate no último grito.

    E depois de 90 minutos frenéticos, a prorrogação assentou a partida. O cansaço, naturalmente, tomou conta dos atletas, e poucas chances vieram nos 30 minutos suplementares. Seguindo a lógica da partida, quem atacou foi Burkina Faso, mas sempre parou em Amonome.

    A disputa por pênaltis seguiu a regra dos 120 minutos: drama e imprevisibilidade. Burkina Faso, que tantas chances perdeu com bola rolando, teve duas vezes a chance de marcar para vencer, uma encerrando a série de cinco cobranças, outra nas alternadas, mas sempre desperdiçou em sequência. A definição só veio quando o time gabonês errou a terceira cobrança, e aí a sétima conversão deu a classificação aos burquinenses.

    Escalações

    Burkina Faso: Koffi; Kabore, Ouatarra, Edmond Tapsoba e Yago; Guira, Touré e Sangaré (Simporé); Ouattara (Abdoul Tapsoba), Bandé (Sanogo) e Bertand Traoré (Konaté). Técnico: Kamou Malo.

    Gabão: Amonome; Palun, Ecuelé Manga e Obissa (expulso); Oyono (Méyé), Moucketou-Moussounda (Autchanga), Biyogo-Poko e Obiang (N’Gakoutou); Kanga, Boupendza e Allevinah (Bouanga). Técnico: Patrice Neveu.

    Definições

    Gabão vai para casa e Burkina Faso segue adiante nas quartas-de-final da Copa Africana. Aguarda agora a definição entre Nigéria e Tunísia, também neste domingo, para conhecer seu adversário. Os duelos das quartas acontecem no próximo final de semana.

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    Futebol Europeu

    Crystal Palace 1×3 Liverpool: confira o pós-jogo da partida pela Premier League

    Reds fazem tempos distintos, sofrem mas sacramentam vitória no final

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    O Liverpool bateu o Crystal Palace na manhã deste domingo (23), em jogo movimentado no sul de Londres, e diminuiu a diferença para o líder Manchester City, em partida válida pela 23ª rodada da Premier League.

    Após abrir boa vantagem na primeira etapa, os Reds caíram de ritmo na etapa final, viram os donos da casa diminuírem o marcador e só foram relaxar de vez quando o brasileiro Fabinho, em cobrança de pênalti, definiu o placar.

    Crônica do jogo

    Ver o placar de 3 a 1 pode trazer a impressão de que o triunfo foi tranquilo para o Liverpool. Mas a realidade em Selhurst Park diz que não foi bem assim: após um belo primeiro tempo, os Reds viram as Águias reagirem na etapa complementar e emparelharem a partida.

    No primeiro tempo, o Liverpool, mesmo desfalcado – Mané e Salah servem às seleções de Senegal e Egito, envolvidas na Copa Africana – se impôs. E foi premiado logo no início, aos oito minutos. Escanteio da esquerda e o zagueirão Van Dijk se antecipou bem no primeiro pau e marcou de cabeça o 1 a 0.

    E a abertura de placar não acomodou o time de Jürgen Klopp. As chances continuaram, com direito a bola na trave do brasileiro Roberto Firmino. Não demorou para, aos 33′, Oxlade-Chamberlain receber bem na direita e tocar na saída de Guaita para decretar os 2 a 0, placar da primeira etapa.

    Na volta do intervalo o time de Patrick Vieira voltou com outra postura, agredindo o Liverpool. E, se a pressão da primeira etapa surtiu efeito para os visitantes, o mesmo aconteceu para os mandantes na segunda. Em trama de ataque, Édouard recebeu livre e tocou sem goleiro para diminuir. 2 a 1.

    E aí começou o show de Alisson. O goleiro do Liverpool e da Seleção Brasileira mostrou porque é um dos principais nomes da posição no mundo. O Crystal Palace, empurrado pela torcida, foi para cima e criou boas chances, mas sempre parando no paredão brasileiro.

    E veio com sotaque brasileiro mesmo o triunfo dos Reds. Isso porque, na reta final, pênalti para a equipe visitante e Fabinho bateu bem para matar a partida, dando o respiro de alívio.

    Escalações

    Crystal Palace: Guaita; Ward, Andersen, Guehi e Mitchell; Hughes (Ayew), Gallagher e Schlupp; Olise, Édouard (Eze) e Mateta (Benteke). Técnico: Patrick Vieira.

    Liverpool: Alisson; Alexander-Arnold (Gomez), Matip, Van Dijk e Robertson; Fabinho, Henderson e Jones; Ox-Chamberlain (Minamino), Diogo Jota e Roberto Firmino (Milner). Técnico: Jürgen Klopp.

    Definições

    Com a vitória, o Liverpool se garantiu na segunda colocação por mais uma rodada e encurtou um pouco a diferença para o líder Manchester City, que agora é de nove pontos. Mas vale lembrar que o time de Jürgen Klopp ainda tem um jogo a menos.

    O Palace estaciona na 13ª posição e se distancia da briga na parte alta da tabela, embora também esteja tranquilo quanto à possível aproximação da zona de rebaixamento.

    Na próxima rodada, apenas na segunda semana de fevereiro, o Crystal Palace sai para enfrentar o Norwich. O Liverpool vai para casa e recebe o Leicester, em promessa de grande duelo.

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