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Outro patamar: como o Flamengo de Renato mudou da água para o vinho em tão pouco tempo

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Quatro partidas, quatro vitórias, três goleadas, avanço na Libertadores, recuperação no Brasileiro, tudo isso jogando um futebol envolvente, intenso e ofensivo, tal qual o que encantou o Brasil há duas temporadas. Não há dúvidas de que o início da era Renato Gaúcho no Flamengo é, para dizer o mínimo, empolgante e promissora.

A goleada deste domingo por 5 a 1 sobre o São Paulo, que pôs fim a um tabu de quatro anos sem ganhar do adversário, é a terceira consecutiva de uma equipe que se reacostumou a marcar gols. Nas últimas duas partidas pelo Brasileiro, dez gols – nas primeiras nove rodadas, foram marcados apenas 12, e um desempenho ofensivo que rendia diversas críticas.

A realidade agora é bem outra: os números positivos de vitórias, gols, finalizações, ataques, entre outros, são apenas a confirmação visível de um desempenho que melhora como um todo, em vários aspectos. A confiança foi devolvida à equipe e, consequentemente, a liberdade para jogadores altamente capacitados decidirem partidas.

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O “outro patamar” voltou?

O maior exemplo desta mudança vem por parte do autor do termo “outro patamar”, que caiu nas graças da torcida flamenguista na era Jorge Jesus. Bruno Henrique, um dos principais nomes da equipe desde a mágica temporada de 2019, vinha de um período apagado antes de sofrer lesão na coxa, no início do mês de julho.

O retorno veio na quarta-feira, contra o Defensa y Justicia, em partida no Mané Garrincha, em Brasília. Dada a grande participação do ponta-esquerda no ataque, mal se poderia dizer que estava em recuperação física. E, no domingo, a atuação para voltar aos braços da nação: três gols (e outro anulado) na goleada, dobrando a cota do Brasileiro na era Ceni.

Em apenas duas partidas, Bruno Henrique trouxe de volta à memória da torcida flamenguista as grandes atuações dos últimos dois anos. Não há milagre meramente futebolístico que possa explicar: a transformação vem da postura do próprio atleta em campo, a segurança em jogar como sabe, colocar para fora todo o potencial técnico e criativo.

Renato Gaúcho nunca foi um treinador altamente tático – nunca escondeu que fatores como confiança e liberdade criativa são sua prioridade. E, quem apostava de antemão que faltava esta dose de liberdade para que o estrelado elenco flamenguista voltasse a jogar com alegria, e, consequentemente, aumentasse o rendimento, começa a ter sua confirmação.

De patinhos feios a “belos cisnes” …

Jogadores criticados, como Vitinho, Michael e Gustavo Henrique passaram a viver grande momento com a camisa rubro-negra. Os dois primeiros, que compartilham da mesma característica, estão tendo igualmente em comum a retomada de confiança para desequilibrar partidas como é de suas capacidades.

Pontas rápidos e dribladores, Vitinho e Michael costumam vir do banco de reservas na segunda etapa. Outrora mais do mesmo, suas participações hoje são decisivas: um gás novo para o time, gols e assistências, e status de “talismã” para os dois.

Já Gustavo Henrique, criticado por atuações apagadas, melhorou muito na segurança defensiva e ainda fez as pazes com a torcida ao balançar as redes no domingo, fazendo o quarto gol contra o São Paulo.

Próximos desafios…

O Fla pensa na Copa do Brasil neste meio de semana. Na quinta-feira, terá o jogo de ida das oitavas-de-final, contra o ABC. Na próxima semana, a partida de volta, no Frasqueirão, em Natal.

Pelo Brasileiro, os dois próximos domingos reservam dois grandes confrontos para o Rubro-negro, além de outras duas oportunidades para amadurecer e aprimorar as atuações da equipe de Renato. Corinthians e Internacional, dois rivais interestaduais do Mengão, serão os adversários.

Tudo isso antes do início das quartas-de-final da Libertadores, que, para o Fla, será no dia 11 de agosto, em Assunção, na primeira partida contra o Olimpia.

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Flamengo 0x1 Fluminense: confira o pós-jogo da partida pelo Campeonato Carioca

Primeiro clássico carioca da temporada, jogo eletrizante traz grandes acontecimentos e vitória tricolor sacramentada nos momentos finais

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O Fluminense saiu vencedor contra o Flamengo no primeiro clássico carioca da temporada 2022. O eletrizante jogo da tarde deste domingo (6), no Nilton Santos, teve de tudo: discussão, expulsão, gol anulado… e depois de tudo isso, John Arias marcou na reta final e deu a vitória ao Tricolor.

Na estreia da equipe titular do Flamengo em 2022, primeiro grande teste do comando do português Paulo Sousa, equipe rubro-negra não conseguiu aproveitar boas oportunidades ao longo do jogo e acabou castigada pelo gol tricolor na reta final. Leia a crônica da partida:

Crônica do jogo

Que Fla-Flu é sempre um jogo quente, não é novidade. Mas o primeiro clássico carioca de 2022 extrapolou o considerado normal no quesito confusão. Ao longo da primeira etapa, os estranhamentos aconteceram em diversas oportunidades, em diferentes duelos. O principal deles envolveu os experientes Felipe Melo e Diego.

Em campo, no que tange ao jogo, tivemos um Flamengo iniciando melhor e quase abrindo o placar logo no primeiro minuto de jogo, quando Gabigol obrigou Marcos Felipe a grande defesa. Depois, o Fluminense equilibrou as ações, a partir da metade da etapa inicial, e passou a criar chances de perigo. Numa delas, Willian Bigode chutou e Hugo Souza salvou a queima roupa, num milagre.

Quando a etapa inicial se encaminhava para o fim, novo foco de discussão, desta vez com os zagueiros Gustavo Henrique e David Braz. A arbitragem estendeu para sete minutos o tempo de acréscimo.

Na segunda etapa, o árbitro afirmou o pulso e decidiu não permitir que as confusões continuassem. Vitinho e Calegari se estranharam e o flamenguista chegou a desferir um soco no tricolor. Desta vez não houve perdão, os dois levaram vermelho.

E os juízes continuaram com protagonismo no jogo. Aos 28 do segundo tempo, Gabigol foi às redes, mas o gol foi anulado após revisão do VAR, minutos depois. O entendimento foi que o artilheiro rubro-negro estava à frente da defesa adversária.

E quando a partida se encaminhava para o placar fechado, o golpe fulminante veio do outro lado, do Flu. Já aos 43 minutos, Yago Felipe cobrou falta para a área e o colombiano John Arias subiu bem e cabeceou no cantinho do goleiro Hugo Souza. No clássico eletrizante, Tricolor na frente!

E a emoção foi até o fim. O Flamengo apertou e teve duas grandes oportunidades para evitar a derrota. Mas foi a vez de Marcos Felipe brilhar e fazer defesas incríveis, garantindo a enorme vitória tricolor. O primeiro clássico carioca da temporada é do Flu!

Escalações

Flamengo: Hugo Souza; Rodinei (Isla), Gustavo Henrique, Léo Pereira e Filipe Luís; Willian Arão, Diego (Marinho) e Andreas Pereira (João Gomes); Arrascaeta (Lázaro), Éverton Ribeiro (Vitinho [expulso]) e Gabigol. Técnico: Paulo Sousa.

Fluminense: Marcos Felipe; Nino, Felipe Melo (Martinelli) e David Braz; Samuel Xavier (Calegari [expulso]), André, Yago Felipe e Cris Silva; Luiz Henrique (Nonato), Fred (Cano) e Willian Bigode (Arias). Técnico: Abel Braga.

Definições

Com a vitória, o Flu sobe para a segunda colocação do campeonato, atrás apenas do Vasco da Gama. O Tricolor chega à terceira vitória consecutiva e, com 9 pontos, abre margem de quatro dentro da zona de classificação. O Fla estaciona na quarta colocação, com 7 pontos, e conhece sua primeira derrota na temporada.

As equipes voltam a campo para a próxima rodada do Cariocão, no próximo meio de semana. O Mengão encara o Audax Rio, em Volta Redonda, na quinta-feira (10). Já o Fluzão tem outro clássico no horizonte, desta vez contra o Botafogo, na sexta (11).

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Flamengo

Flamengo 2×1 Portuguesa-RJ: confira o pós-jogo da partida pelo Campeonato Carioca

Lázaro marca duas vezes e time de jovens do Mengão larga com vitória no Cariocão

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Os meninos da Gávea jogaram bem e o Flamengo estreou com vitória no Campeonato Carioca. Na noite desta quarta-feira (26), a vítima foi a Portuguesa da Ilha do Governador, no Luso Brasileiro, estádio que pertence à Lusa apesar do mando flamenguista. Com time totalmente composto por jovens da base, o Rubro-ngro foi comandado pelo treinador também das categorias de base, Fábio Matias. Porém, o novo comandante do time principal, o português Paulo Sousa, esteve nas tribunas e observou de perto.

Lázaro foi o grande nome do jogo, marcando os dois gols flamenguistas. A Portuguesa descontou com o lateral Sanchez, mas ficou nisso. Leia a crônica da partida:

Crônica do jogo

O Flamengo começou o jogo com apetite e, logo aos 4 minutos de jogo, após boa jogada, André Luiz sofreu pênalti. Lázaro converteu, já colocando o Rubro-negro na frente.

O gol tirou qualquer pressão sobre os meninos, e o Fla continuou pressionando o adversário, podendo alargar a vantagem. Paulo Sousa, o novo mister, certamente gostava do que via, considerando utilizar boa parte destes jovens na integração ao elenco principal que disputará os principais campeonatos da temporada.

Dominante, o Mengão controlava a partida e não dava chances para o perigo ao longo da primeira etapa. A Portuguesa não chegou a incomodar, mas quando rondou a área flamenguista, o goleiro Matheus Cunha também mostrou serviço.

Na segunda etapa, o Flamengo voltou obstinado a ampliar o marcador e encaminhar a vitória. E de novo Lázaro brilhou: aos nove minutos da etapa complementar, o meia dobrou o bicho e a vantagem do Mengão, desta vez acertando um belo chute no rebote do goleiro Carlão.

O show do menino Lázaro foi interrompido aos 20 da segunda etapa quando, com câimbras, teve de deixar o campo. Cinco minutos antes, viu a Portuguesa descontar, em bela cabeçada do lateral Sanchez.

Da metade até o final da segunda etapa, o Flamengo, em sua queda natural de ritmo, optou por cadenciar e garantir os primeiros três pontos e uma estreia com o pé direito no Campeonato Carioca.

Escalações

Flamengo: Matheus Cunha; Wesley, Cleiton, Gabriel Noga e Marcos Paulo; Igor Jesus (Kayke David), Matheus França e Yuri de Oliveira; Lázaro (Werton), André Luiz (Ryan Luka) e Thiaguinho (Petterson). Técnico: Fábio Matias.

Portuguesa-RJ: Carlão; Watson, Leandro Amaro, Suéliton e Sanchez; Wellington Cézar (Victor Paraíba), Rafael Fernão (Victor Feitosa) e Wilian (Patrick); Romarinho, Júnior Pirambu (Bruno Santos) e Andrezinho (Maikinho). Técnico: Marcus Grippi.

Definições

A exemplo do Vasco, o Flamengo foi outro grande carioca a largar bem no Carioca. O Mengão chega aos três pontos e projeta mais uma boa campanha na primeira fase do estadual, mesmo utilizando um time composto quase exclusivamente por jogadores da base. A Portuguesa tentará mais uma temporada de sobrevivência na elite estadual.

As duas equipes voltam a campo no próximo sábado (29) para novos compromissos do Campeonato Carioca. A Portuguesa recebe o Audax no mesmo Luso-Brasileiro, onde jogou como visitante na estreia. O Flamengo vai ao Raulino de Oliveira encarar o Volta Redonda.

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Flamengo

Flamengo vive temporada montanha-russa em 2021 e coleta aprendizados; confira a retrospectiva

Fla viveu troca de comandos e de perspectivas ao longo da temporada, mas acabou ficando sem as principais taças

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Melhor equipe do país nos dois anos anteriores, o Flamengo chegava à atual temporada naturalmente cercado de expectativas. O ano começou com a conquista do bicampeonato Brasileiro, referente à temporada 2020, e que se encerrou em fevereiro deste ano devido ao atraso decorrente da pandemia de Covid-19. Embalada, a Nação Rubro-negra queria gritar campeão mais vezes em 2021.

No entanto, o desfecho da temporada acabou se revelando trágico para o Fla. Numa temporada de altos e baixos, o time oscilou em seu padrão de competitividade e, por mais que tenha colecionado bons momentos, não fez o suficiente para sair campeão dos principais títulos do calendário nacional. Confira o balanço da temporada:

O passado na memória e o futuro acontecendo…

Pode-se afirmar que o “efeito Jorge Jesus” conduziu a opinião pública sobre o Flamengo no início da temporada. As lembranças do desempenho da equipe durante a passagem do português, no mágico ano de 2019, eram constantemente evocadas para avaliar o rendimento com o treinador de momento, Rogério Ceni.

Mesmo tendo conquistado o Brasileiro de 2020, o ex-goleiro era alvo de críticas de imprensa e torcida, que julgavam que a equipe carioca seria capaz de apresentar muito mais em campo. Mesmo sob desconfiança, Rogério Ceni aguentou o primeiro semestre inteiro, passando pelo Campeonato Carioca, do qual foi campeão, pela Libertadores, classificado em primeiro na fase de grupos. No entanto, após começar oscilante o Brasileiro, não resistiu.

O reencontro com o estado de magia…

O Fla estava com boas possibilidades em todas as competições que disputava — Brasileiro, Libertadores e Copa do Brasil —, mas precisava recuperar o estado de protagonismo para reafirmar a condição de favorito. Este era o desafio do sucessor de Rogério Ceni nas pranchetas. O nome escolhido foi o de Renato Gaúcho, que estava livre no mercado após deixar o comando do Grêmio no início da temporada, encerrando passagem de quase cinco anos pelo Tricolor Gaúcho.

As lembranças de um time vitorioso e de futebol bonito e envolvente — o Grêmio de Renato — reaqueceram as esperanças do torcedor Rubro-negro de ver sua equipe repetir as atuações que a consagraram há dois anos. E o começo não poderia ser melhor: dominante e avassalador no ataque, o Flamengo doutrinava os adversários com um futebol lúdico e artístico. As exibições iam muito além dos resultados, ainda assim os números iniciais espantavam, especialmente pela quantidade de goleadas. Cada atuação era um verdadeiro espetáculo.

Todo carnaval tem seu fim…

O estado de êxtase devolveu não apenas alegria, mas alta competitividade ao Flamengo. O time voltava ao protagonismo das principais competições, chegando na fase final dos mata-matas e perseguindo o Atlético no Brasileiro. As perspectivas eram otimistas para um desfecho dourado de temporada.

No entanto, ao chegar na hora H, a equipe carioca passou a apresentar erros cruciais. No início, muitos deles não chegavam a comprometer os resultados. Com o passar do tempo, foram se intensificando e multiplicando, interferindo no jogo flamenguista. Renato Gaúcho passou a ser questionado sobretudo pelo mau desempenho defensivo do Fla, causador de perda de pontos no Brasileiro.

E o grande choque veio na Copa do Brasil. Após empatar por 2 a 2 com o Athletico-PR, na primeira partida da semifinal, em Curitiba, o Flamengo perdeu por 3 a 0 para o Furacão no Maracanã e perdeu a vaga para a decisão. A goleada ofuscou virtudes e escancarou deficiências do jogo rubro-negro, e, assim, o otimismo deu lugar à desconfiança na temporada flamenguista.

Desandou…

A sucessão de acontecimentos gerou um efeito bola de neve. Com “apenas” dois campeonatos em disputa, a diretoria do Flamengo foi categórica ao pedir para que Renato Gaúcho apostasse fichas no Brasileirão, mesmo com uma diferença tão grande do Fla, vice-líder, para o Atlético-MG, líder. A equipe teria a decisão da Libertadores pela frente, contra o Palmeiras, mas a ordem era lutar com todas as forças pelo título nacional.

As esperanças chegaram a ser reativadas quando o Rubro-negro venceu o chamado “jogo de seis pontos” contra o Atlético no Maracanã. Porém, o time oscilou logo em sequência e permitiu ao Galo voltar a abrir distância. O Brasileiro não estava para o Flamengo, restando como única esperança a Libertadores.

Veio, então, a grande decisão em Montevidéu. E se há algo que sabemos sobre decisões é que elas são definidas nos detalhes. E o detalhe foi cruel com o Mengão. Andreas Pereira, reforço da temporada, chegou ganhando elogios, um dos nomes mais conhecidos da equipe, errou na prorrogação e ocasionou o gol do título palmeirense. Após a decisão, Renato Gaúcho pediu para deixar o comando do time.

Ficam as lições…

Apesar das frustrações nos principais campeonatos, o Flamengo teve muitos pontos altos em 2021. O principal deles pode ser sobre peças do elenco: Michael desencantou e foi grata surpresa não apenas na Gávea, mas no país inteiro. Da base flamenguista, jogadores como Matheuzinho, João Gomes e Ramon foram bem e pedem passagem no time titular.

Um planejamento sólido, levando em consideração os aprendizados, pode fazer com que o 2022 do Flamengo dê mais frutos. Ficam notórias as principais virtudes deste time, bem como os eventuais erros no caminho. Boas escolhas, no comando e nas peças do elenco, poderão fazer com que o time tenha mais do que as memórias do passado, mas construa o presente que a torcida espera.

Foto: CR Flamengo / Divulgação

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