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Realidade do Corinthians muda durante a temporada e equipe vai à Libertadores; confira a retrospectiva

Timão muda da água para o vinho no meio do Campeonato Brasileiro e perspectivas se alteram igualmente; clube estará na principal competição continental das Américas em 2022

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O Corinthians iniciou o Campeonato Brasileiro com pretensões modestas, mas, devido à chegada de grandes reforços, mudou de cara e perspectivas no meio da competição. A vaga na Libertadores chegou para uma temporada cercada de expectativas em 2022. Vamos relembrar como foi a temporada do Timão:

Nada muito empolgante…

Após fazer o Corinthians ir da briga contra o rebaixamento para a quase vaga na Libertadores no Brasileiro 2020, o técnico Vagner Mancini foi recompensado com a chance de começar a temporada 2021 à frente do time.

Porém, o desempenho inicial não agradou: campanha morna no Campeonato Paulista que terminou em eliminação para o arquirrival Palmeiras, eliminação ainda na primeira fase da Copa Sul-Americana com direito a goleada sofrida para o Peñarol e avanços trôpegos na Copa do Brasil.

Antes mesmo do Brasileiro começar, Mancini não resistiu no cargo.

Uma aposta total…

Para a disputa do Campeonato Brasileiro, a diretoria apostou em um nome conhecido da Fiel Torcida. Sylvinho, de passagem vitoriosa como jogador nos anos 90, continuaria sua história no Timão, desta vez como treinador.

Na função, o ex-lateral-esquerdo ainda era um iniciante: a única experiência até o momento havia sido uma curta passagem pelo futebol francês, dirigindo o Lyon por apenas 11 jogos. Apesar da curta bagagem, o técnico apostou nas metodologias aprendidas no curso licenciador da UEFA para fazer bom trabalho no Corinthians.

A expectativa era relativamente modesta: conduzir o time alvinegro a uma campanha tranquila, erradicando inicialmente qualquer risco de rebaixamento, e, se possível, disputar algo a mais no campeonato. Com dificuldades no início, Sylvinho tentava adaptar o elenco à sua ideia aos poucos.

Da água para o vinho – os reforços…

Aí é que veio o ponto de virada da temporada corintiana. No finalzinho do segundo turno, com o time fazendo campanha morna, a diretoria resolveu fazer investimentos altos em jogadores badalados, todos em fim de contrato com seus clubes.

Primeiro, chegou o meia Giuliano, ex-Grêmio e Internacional que jogava pelo Istambul, depois, veio a repatriação do ídolo Renato Augusto. Posteriormente, chegou ainda o atacante Roger Guedes e, então, a mais bombástica de todas. Willian, cria do Terrão, após 14 anos de futebol europeu, voltou para casa.

Com o salto técnico, as expectativas, naturalmente, aumentaram proporcionalmente. Para o segundo turno, se projetava uma arrancada rumo a uma vaga na Libertadores e, quem sabe, até chegar na briga pelo título.

Nova cara e controvérsias…

Há uma via de mão dupla na análise do Corinthians do segundo turno. Por um lado, os resultados, de fato, melhoraram e a equipe partiu em plena ascensão, fixando um lugar no G-6 do Brasileiro. Por outro, o trabalho de Sylvinho ainda levantava dúvidas – muitos acreditavam que a equipe poderia produzir mais em campo, a julgar pela capacidade técnica pós-reforços.

A equipe chegou a empolgar no conjunto e emplacar boas sequências de resultados, justamente as responsáveis por colocar a equipe na disputa pela Libertadores. No entanto, resultados adversos com más atuações sempre vinham no caminho e deixavam má impressão.

Volta para os braços da Fiel…

Um elemento-chave para a reação corintiana no segundo turno é justamente a maior força do clube: sua torcida. A partir do momento em que se permitiu o retorno das torcidas com estádios cheios no Brasileirão, o Timão nunca mais perdeu na Neo Química Arena.

A campanha fora de casa era insatisfatória – o time passou o returno inteiro sem vencer sequer uma partida longe de seus domínios. Mas, em casa, a história era outra. Curiosamente, no primeiro turno, sem os reforços no time e sem a torcida nos estádios, a campanha como visitante era superior à de como mandante.

Bons valores individuais…

Naturalmente, uma vantagem de se ter uma equipe com vários jogadores capacitados tecnicamente é a possibilidade de encontrar soluções mesmo nos momentos mais adversos das partidas. E foi também esta capacidade individual que guiou o Timão a muitos de seus resultados positivos.

Renato Augusto e Roger Guedes, nomes que mais brilharam na equipe em 2021, não deixam mentir. Dos pés deles, saíram gols que ajudaram a decidir resultados importantíssimos para o Timão. Vitória no Derby, contra Cuiabá, Bahia e Chapecoense e empates contra Bragantino e Grêmio foram alguns dos jogos em que a dupla interferiu a favor para garantir o resultado.

Foto: Rodrigo Coca / S.C. Corinthians Paulista

Corinthians

Como escalar o Corinthians? Veja algumas das possibilidades para formar a equipe

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O Corinthians ainda não encontrou seu novo treinador. O nome mais ventilado dos últimos dias é o do português Luís Castro, que negocia também com o Botafogo e estaria, inclusive, mais perto dos cariocas. A procura continua, e, enquanto isso, o Timão vai sendo comandado por seu auxiliar Fernando Lázaro.

A saída de Sylvinho foi bem vista por grande parte da torcida, que acreditava que a equipe, uma das melhores do país no papel, deveria render melhor em campo. E uma das principais queixas com o antigo treinador é justamente a falta de variações de esquemas táticos. Apesar da enorme versatilidade que as peças oferecem, Sylvinho persistiu no 4-1-4-1 e exauriu a Fiel.

Dessa forma, não restam dúvidas de que o próximo comandante corintiano terá a tarefa da rotação como uma obrigação, afinal, os torcedores querem ver a equipe testando possibilidades. E não é para menos: em um time com tantas opções, especialmente do meio pra frente, é inevitável que surjam, naturalmente, diferentes formações. Confira algumas delas:

4-2-2-2

Formação típica no futebol brasileiro, tendo Vanderlei Luxemburgo como um dos principais entusiastas, o 4-2-2-2 traz leveza ao time e prevê interações curtas nas criações de jogadas, o que favoreceria a criatividade. A mobilidade fica em primeiro plano, deixando um pouco de lado a setorização.

O esquema daria possibilidade para que Giuliano e Willian fizessem dupla de meias, tendo Paulinho como variável (reserva imediato ou iniciador a depender de como o jogo se apresenta). No ataque, uma dupla móvel com o garoto Gabriel Pereira tendo liberdade para interagir fora da área, mas aproveitando de sua explosão para invadir o grande quadrado, como típico segundo atacante.

Escalação:

Cássio (Ivan); Fagner, João Victor, Gil (Raul Gustavo) e Fábio Santos (Lucas Piton ou Bruno Melo); Du Queiroz (Cantillo) e Renato Augusto; Giuliano e Willian (Paulinho); Gabriel Pereira e Róger Guedes.

4-1-3-2

Nesta possibilidade, um meio campo mais denso que priorizaria construção em toques curtos somaria a um ataque móvel, sem referências claras na área; todos participam da construção de jogadas gradualmente. Um exemplo similar é o do Flamengo de 2019, sob comando de Jorge Jesus.

Um volante se posicionaria atrás da trinca de meias (Du Queiroz dá mais segurança defensiva, Cantillo contribui melhor com o primeiro passe), mas, na prática, seria auxiliado por outros jogadores do setor – especialmente Paulinho e Renato Augusto. Gabriel Pereira seria opção para entrar tanto no ataque quanto no meio, especialmente sendo o meia pela direita, onde tem origem. Willian ficaria mais à frente, como segundo atacante deslocado, mas que buscaria a interação com os construtores, coisa que Guedes já vem – e continuaria – fazendo.

Escalação:

Cássio (Ivan); Fagner, João Victor, Gil (Raul Gustavo) e Fábio Santos (Lucas Piton ou Bruno Melo); Du Queiroz (Cantillo); Paulinho (Gabriel Pereira), Renato Augusto e Giuliano; Willian e Róger Guedes;

4-3-1-2

Boa opção para jogos onde se requer uma postura mais conservadora, o trio de volantes/meio-campistas protege a intermediária e dá uma saída rápida, inclusive possibilitando mais descidas dos laterais.

É a oportunidade para que Cantillo seja, enfim, titular, e tenha uma função fundamental: primeiro dos três volantes, faria o regimento do meio do campo. A seu lado, Du Queiroz daria a dose de segurança defensiva e Renato Augusto (ou Paulinho) faria a conexão com o setor de frente. Giuliano ganharia liberdade para armar o jogo e, na frente, Guedes e Willian, novamente mais avançado. GP entraria tanto para jogar na dupla de ataque quanto para compor meio com Giuliano.

Escalação:

Cássio (Ivan); Fagner, João Victor, Gil (Raul Gustavo) e Fábio Santos (Lucas Piton ou Bruno Melo); Cantillo, Du Queiroz e Renato Augusto (Paulinho); Giuliano; Willian (Gabriel Pereira) e Róger Guedes;

3-4-2-1

Com três zagueiros, o Timão teria um pouco mais de densidade no meio, mas compensaria tendo mobilidade nas alas.

Lucas Piton, próprio da função pela esquerda, ficaria com a vaga. No meio, Cantillo e Renato Augusto seriam essenciais na distribuição, principalmente ao acionar o jogo pelos lados, e poderiam fazer marcação por zona, sem se preocupar com o duelo direto defensivo (se for este o caso, Du Queiroz entra). Giuliano e Willian cairiam pelos lados para interagir com os dois alas (e Paulinho seria a reposição fixa para qualquer um dos dois). Na frente, Jô pode voltar e ser o homem de referência, recuando ou tomando lugar de Guedes – que, por sinal, também se daria bem atuando na linha de dois.

Escalação:

Cássio (Ivan); João Victor, Gil e Raul Gustavo (Bruno Melo); Fagner, Cantillo (Du Queiroz), Renato Augusto e Lucas Piton; Willian (Gabriel Pereira) e Giuliano (Paulinho); Róger Guedes (Jô).

3-1-4-2

Nesta outra hipótese, também de três zagueiros, teríamos quase todas as estrelas corintianas colocadas juntas em campo.

Isso porque Fagner seria deslocado para fazer o zagueiro pelo lado direito, um defensor que auxiliaria na construção desde a base da jogada – assim como Raul Gustavo, zagueiro pela esquerda. Os alas seriam GP e Piton – este com mais obrigações defensivas, podendo eventualmente recompor linha de 4 na defesa. O volante seria tanto Du Queiroz como Cantillo, sempre dependendo de como o jogo se apresenta.

Na linha de meio-campo, Renato e Paulinho fariam dupla de volantes, ou Giuliano se apresentaria um pouco mais espetado à frente. Willian, na prática, teria liberdade para se locomover e interagir principalmente com Paulinho e Renato, na criatividade e GP, com Róger, na mobilidade.

Escalação:

Cássio (Ivan); Fagner, João Victor e Raul Gustavo (Gil); Du Queiroz (Cantillo); Gabriel Pereira, Renato Augusto, Paulinho (Giuliano) e Lucas Piton; Willian e Róger Guedes.

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Corinthians

Cantillo está na Colômbia e desfalca Corinthians no clássico contra o Santos

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Cantillo está na Colômbia e desfalca Corinthians no clássico contra o Santos

O Corinthians entra em campo na noite desta quarta-feira (02/02) no clássico contra o Santos, a partir das 21h35, pela terceira rodada do Campeonato Paulista. O jogo acontece na Neo Química Arena e é a oportunidade para o Timão se manter líder do Grupo A.

Por outro lado o Santos que vem de uma derrota e um empate nas primeiras rodadas, precisa da vitória para chegar à zona de classificação no Grupo D.

Desfalques

Mas o Corinthians vem à campo desfalcado. Cantillo está na Colômbia para ajudar a Seleção na etapa de classificação para a Copa do Mundo no Qatar. Além do colombiano, Sylvinho não vai poder contar com a presença do ídolo Cássio, que testou positivo para Covid.

Bruno Melo foi liberado para resolver problemas pessoais, Willian vai ser poupado neste clássico e Ruan Oliveira está passando por uma revisão cirúrgica de lesão.

Assim o treinador deve mandar à campo a seguinte escalação:

  • Matheus Donelli, Fagner, João Victor, Gil e Lucas Piton; Du Queiroz, Giuliano e Renato Augusto; Róger Guedes, Gustavo Mosquito e Mantuan.

Mostrar trabalho

Mas a torcida não está contente com o trabalho de Sylvinho, assim como foi no fim de 2022, apesar do trabalho que levou o Corinthians da ameaça de rebaixamento à classificação para a Libertadores.

Na última rodada o Timão venceu o Santo André, mas o desempenho não foi agradável para muitos. Assim o clássico contra o Santos vai servir para dar confiança novamente à torcida.

Mas o Santos também precisa mostrar trabalho. Com apenas 1 ponto e pouco futebol contra o Inter de Limeira e Botafogo SP, o alvinegro precisa de uma vitória para avançar na competição.

O clube contará com o retorno do treinador Fábio Carille ao banco, que está recuperado da Covid. E será também a estreia do camisa 10, Ricardo Goulart.

Foto: @Corinthians/Rodrigo Coca.

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Corinthians

Corinthians 0x0 Ferroviária: confira o pós-jogo da parida pelo Campeonato Paulista

Faltou o gol: Timão pressionou muito a Ferrinha em Itaquera, mas não conseguiu movimentar o placar e só empatou em estreia no Paulistão

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Ficou devendo: jogando na capital paulista, o Corinthians ficou no empate sem gols com a Ferroviária na estreia das duas equipes no Campeonato Paulista 2022. O Timão martelou de todos os jeitos, mas a bola insistiu em não entrar na noite desta terça-feira (25), na Neo Química Arena.

Em uma grande atuação do goleiro Saulo, da Ferrinha, a equipe do Interior Paulista conseguiu segurar o resultado e celebra o empate conquistado. Leia a crônica da partida:

Crônica do jogo

O Corinthians começou a partida envolvendo a Ferroviária através de bom toque de bola. As triangulações de ataque resultaram na criação de boas oportunidades, porém a equipe de Sylvinho não conseguiu converter as oportunidades em gol.

A Ferrinha, de Elano, por sua vez, conseguia escapar em contra-ataques e ameaçar a meta de Cássio. A etapa inicial se encerrava com a promessa de gols para a complementar.

E assim que veio a segunda etapa, o jogo ficou de fato mais aberto. O Corinthians saiu da triangulação paciente para o ataque impetuoso e incisivo. A Ferroviária também aproveitava os espaços dados pelo meio-campo corintiano para arrumar contragolpes e tentar surpreender na Neo Química Arena.

Atração do Corinthians, Paulinho fez sua reestreia com a camisa alvinegra. E a entrada do volante fez diferença na criação corintiana. Por ele passaram muitas das jogadas da equipe, em maioria promissoras. Mas o insistente zero a zero não saía do placar.

O relógio andava e a pressão corintiana se intensificava, afinal o placar fechado em casa na estreia do Paulistão incomodava, e os jogadores mostraram que queriam sair da agonia para o alívio. A equipe de Araraquara, mais do que satisfeita com o bom resultado fora de casa, se acuava cada vez mais.

As chances vinham em profusão. O Timão martelava, martelava, martelava, mas não conseguia vencer o goleiro Saulo, melhor em campo àquela altura. O meio e o ataque faziam boa partida, a construção de jogo até tinha uma boa fluidez, mas no detalhe principal, que é a definição o Timão ficou devendo na estreia do Paulistão.

As oportunidades claras de gol apareceram até, literalmente, o último minuto de jogo. Já no abafa, o zagueiro Gil subiu bem e quase marcou de cabeça num escanteio. Ao apito final, o Coringão registrou 21 finalizações ao total, com sete em direção ao gol. Mas não era dia da bola entrar, definitivamente.

Escalações

Corinthians: Cássio; Fagner, João Victor, Gil e Lucas Piton; Du Queiroz (Paulinho), Renato Augusto, Giuliano, Willian (Gustavo Mosquito) e Róger Guedes; Mantuan (Gabriel Pereira). Técnico: Sylvinho.

Ferroviária: Saulo; Bernardo, Arthur (Léo Rigo), Didi e João Lucas; Marquinhos, Uillian Corrêa, Gegê e Murilo Rangel (Rafael Luiz); Netto (Hygor) e Bruno Mezenga. Técnico: Elano.

Definições

As equipes largam com um ponto cada. O Corinthians inaugurou o Grupo A, que conta ainda com Guarani, Inter de Limeira e Água Santa. A Ferroviária, por sua vez, foi a primeira a pontuar no Grupo B, que conta com São Bernardo, São Paulo e Novorizontino, que perdeu para o Palmeiras na partida de abertura do campeonato, no último domingo.

Ambos voltam a campo no final de semana. A Ferroviária estreia em casa no sábado (29), recebendo o Água Santa, na Fonte Luminosa. Já o Timão tem desafio fora de casa no ABC Paulista, no próximo domingo (30), quando encarará o Santo André.

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