Três jogadores de Cruzeiro x Juventude estiveram no último confronto, há 13 anos

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O Cruzeiro terá mais uma partida em casa para tentar buscar recuperação na Série B 2020, desta vez diante do Juventude. O recém chegado Felipão – ex jogador e técnico do Juventude – ainda não comandará oficialmente.

A ingrata missão cruzeirense de lutar contra o Z4 da Série B será a marca deste duelo entre Raposa e Papo, que não acontece desde o longínquo 2007. Até aquele momento, o confronto tinha caráter diferente.

Nos últimos 25 anos, as equipes contabilizaram 23 jogos, entre Série A do Brasileiro e Copa Sul-Americana, mas pela primeira vez se enfrentarão pela segunda divisão.

A última partida oficial foi em setembro de 2007, e terminou com vitória do Juventude, por 1 a 0, no Alfredo Jaconi. No mesmo ano, a equipe da Serra Gaúcha acabou rebaixada, adiando o reencontro para 13 anos depois. No entanto, daquele encontro para hoje, nem tudo é novidade.

Dos atletas relacionados para a partida de hoje, no Mineirão, três estiveram em campo naquela noite em Caxias do Sul. São eles Fábio, Marcelo Moreno e Wagner (que hoje defende o Juventude), todos pelo Cruzeiro.

Fábio e Wagner, na época com 27 e 22 anos respectivamente, atuariam juntos ainda até 2009, sendo vice-campeões da Libertadores. O goleiro, hoje lenda no Cruzeiro, é um dos poucos remanescentes do momento difícil. O meia, atualmente, é a esperança técnica no meio de campo do Juventude.

Marcelo Moreno, o boliviano “quase brasileiro”, estava em sua primeira passagem pela Raposa. Com apenas 20 anos na época, o atacante passaria outras duas vezes pelo clube, sendo campeão brasileiro em 2014 e, atualmente, concordando em ajudar o clube na Série B.

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Ainda sobre a partida em questão, pelo lado cruzeirense jogaram atletas como Alecsandro, que também disputa a atual Série B, pelo Figueirense, além de Mariano (hoje no rival Atlético), Ramires (Palmeiras) e Jonathan (Athletico-PR).

Pelo Juventude, jogou o zagueiro Leonardo Silva, que vestiria na sequência a camisa cruzeirense, mas brilharia mesmo no rival Atlético-MG, sendo campeão da Libertadores e da Copa do Brasil, frente à própria Raposa.

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