Vasco x Coritiba – 10 anos atrás, uma grande decisão

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Vasco e Coritiba se encontram neste sábado, em São Januário, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro 2020, com a ordem de vencer para evitar uma palavra que, para ambas, tornou-se pesadelo: rebaixamento.

Justamente em 2021, quando, em junho, se completará 10 anos que cariocas e paranaenses protagonizaram uma memorável decisão nacional – a Copa do Brasil 2011.

Campeão da Série B em 2009, o Vasco se reergueu em 2010 e chegou a 2011 com equipe competitiva e planos ambiciosos. O Coxa, por sua vez, campeão da segundona em 2010, surpreendia o país no primeiro semestre de 2011, com direito a recorde mundial de sequência vitoriosa.

Ambos chegavam para a decisão deixando a melhor impressão possível. Ao longo das fases anteriores, mostraram que eram as melhores e mais equilibradas equipes do certame. O Vasco deixou para trás Comercial-MS, ABC, Náutico, Athletico-PR e Avaí, enquanto o Coxa passou por Ypiranga-RS, Atlético-GO, Caxias, Palmeiras e Ceará, para decidir o título inédito.

Que final!

Com gol de Alecsandro – filho de um dos maiores ídolos da história do Coritiba, Lela – o Vasco saiu na frente em São Januário, vencendo por 1 a 0, podendo até perder por um gol de diferença no Couto Pereira, caso fizesse gols.

E o fez: Alecsandro foi às redes na antiga casa do pai logo cedo. O Coxa virou ainda no primeiro tempo, com Bill e Davi. Na segunda etapa, o alviverde voltava melhor, mas tomava um banho d’água fria: Éder Luís arriscou de fora da área e Édson Bastos aceitou. 2 a 2 e aflição. A esperança voltaria minutos depois, no golaço de Willian Farias, ainda aos 20 da etapa complementar. O Vasco apostava nos contra-ataques, o Coxa fazia de tudo para conquistar o gol do título. Nem torcedores, nem jogadores, ninguém piscava o olho. Mas o placar não se movimentou mais: 3 a 2 e festa vascaína em plena capital paranaense.

De lá para cá… 

Torcedores de Vasco e Coritiba não imaginavam que um momento como aquele não chegaria sequer próximo de se repetir ao longo dos anos seguintes. Campanhas na Série A que alternavam entre mornas e ruins, culminando em rebaixamentos. Dois para o lado vascaíno e, caso não haja um milagre no Alto da Glória, o segundo para o lado coxa-branca.

A realidade desta 30ª rodada do Brasileirão-20 é muito mais lastimosa: a equipe de Luxemburgo precisa vencer para se afastar do Z4 e terminar a temporada sem riscos de rebaixamento. A de Gustavo Morínigo precisa desta e de mais sete vitórias para conseguir o milagre de fugir da degola.

Campeão da Série B em 2009, o Vasco se reergueu em 2010 e chegou a 2011 com equipe competitiva e planos ambiciosos. O Coxa, por sua vez, campeão da segundona em 2010, surpreendia o país no primeiro semestre de 2011, com direito a recorde mundial de sequência vitoriosa.

Ambos chegavam para a decisão deixando a melhor impressão possível. Ao longo das fases anteriores, mostraram que eram as melhores e mais equilibradas equipes do certame. O Vasco deixou para trás Comercial-MS, ABC, Náutico, Athletico-PR e Avaí, enquanto o Coxa passou por Ypiranga-RS, Atlético-GO, Caxias, Palmeiras e Ceará, para decidir o título inédito.

Que final!

Com gol de Alecsandro – filho de um dos maiores ídolos da história do Coritiba, Lela – o Vasco saiu na frente em São Januário, vencendo por 1 a 0, podendo até perder por um gol de diferença no Couto Pereira, caso fizesse gols.

E o fez: Alecsandro foi às redes na antiga casa do pai logo cedo. O Coxa virou ainda no primeiro tempo, com Bill e Davi. Na segunda etapa, o alviverde voltava melhor, mas tomava um banho d’água fria: Éder Luís arriscou de fora da área e Édson Bastos aceitou. 2 a 2 e aflição. A esperança voltaria minutos depois, no golaço de Willian Farias, ainda aos 20 da etapa complementar. O Vasco apostava nos contra-ataques, o Coxa fazia de tudo para conquistar o gol do título. Nem torcedores, nem jogadores, ninguém piscava o olho. Mas o placar não se movimentou mais: 3 a 2 e festa vascaína em plena capital paranaense.

De lá para cá… 

Torcedores de Vasco e Coritiba não imaginavam que um momento como aquele não chegaria sequer próximo de se repetir ao longo dos anos seguintes. Campanhas na Série A que alternavam entre mornas e ruins, culminando em rebaixamentos. Dois para o lado vascaíno e, caso não haja um milagre no Alto da Glória, o segundo para o lado coxa-branca.

A realidade desta 30ª rodada do Brasileirão-20 é muito mais lastimosa: a equipe de Luxemburgo precisa vencer para se afastar do Z4 e terminar a temporada sem riscos de rebaixamento. A de Gustavo Morínigo precisa desta e de mais sete vitórias para conseguir o milagre de fugir da degola.

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